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García Márquez, imortalizado por suas obras

Alguns textos que o 'Estado' publicou sobre Gabo

18 de abril de 2014 | 13h07

Cem Anos de Solidão (1967)

A obra definitiva e que tornou Gabo conhecido no mundo todo, Cem Anos de Solidão é hoje um dos monumentos literários da América Latina e da língua espanhola. Comparado por Pablo Neruda e Carlos Fuentes a Dom Quixote, um dos romances fundadores da literatura ocidental, Cem Anos de Solidão perpassa a vida de uma família, os Buendía, e de um vilarejo, Macondo, em que a realidade e o mágico se fundem no romance fundamental do boom da literatura latino-americana. Em 1969, o Suplemento Literário de O Estado de S. Paulo publicou um longo ensaio sobre a obra desse "autor, já quarentão, de meia dúzia de livros, entre romances e coletâneas de contos". Confira aqui.

Obra jornalística

Em 2006, a Editora Record publicou no Brasil cinco volumes da obra jornalística de Gabriel García Márquez, mais de 3.700 páginas de reportagens, críticas, comentários e crônicas que o autor produziu entre os anos 1950 e 1990. Divididos entre períodos cronológicos e temáticos, os volumes também ganharam destaque no Caderno 2 quando foram lançados. Confira aqui.

O Amor nos Tempos do Cólera (1985)

Já autor mundialmente consagrado - o Nobel viera em 1982 - García Márquez publicou este livro a partir das memórias de sua própria família (diz-se que o livro é baseado na história de seus pais). Em 1986, o Caderno 2 publicou dois textos sobre o livro: um de Caio Fernando Abreu, elogiando, e um do professor Álvaro Cardoso Gomes, que, pelo título, não deve ter gostado muito do livro: Um bom livro. Para jogar no lixo. Leia aqui.

Do Amor e Outros Demônios (1994)

Neste romance, o jovem "repórter" Gabriel García Márquez passa a investigar a remoção das criptas do convento histórico de Santa Clara, onde descobre uma história que remonta a histórias de sua própria avó. Como de costume, realidade, ficção, fantasia e literatura se misturam na obra do escritor, que, mais uma vez, foi lembrado no Caderno 2 do Estado. Confira aqui.  

Viver para Contar (Vivir para contarla, 2002)

Publicado no País em 2003, a autobiografia de Gabo teve uma tiragem incomum para o mercado editorial brasileiro: 50 mil exemplares. No ano anterior, as vendas do livro beiraram um milhão de exemplares nos países de língua espanhola. Viver para Contar conta a história dos anos de infância e juventude de Gabo, nos lugares que inspiraram sua imaginação para as criações que vieram depois. Na época do lançamento, o Caderno 2 deu destaque para a obra. Veja aqui.

Memórias de Minhas Putas Tristes (2004)

Lançado no Brasil em 2005, o último livro de ficção publicado por Gabo em vida narra as memórias de um senhor, frustrado pelos empregos médios que consegue e com a vida errante de bordel em bordel, até o encontro de um amor. Em julho de 2005, o Caderno 2 entrevistou Eric Nepomuceno, tradutor e amigo pessoal de García Márquez, sobre o livro. Leia aqui

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