Thibault Camus/AP
Thibault Camus/AP

Galliano pode estar internado em clínica de reabilitação nos EUA

Galliano teria aceitado o conselho de amigos e se internou

EFE

02 de março de 2011 | 14h54

O estilista britânico John Galliano, demitido da empresa da empresa de Christian Dior por ter feito comentários antissemitas, deixou a França e pode estar internado em uma clínica de reabilitação no Arizona, nos Estados Unidos, informou nesta quarta-feira The New York Times.

Galliano aceitou o conselho de alguns amigos, como as supermodelos Naomi Campbell e Kate Moss, e internou-se na clínica para receber tratamento para seus problemas com o álcool, como indicaram ao jornal nova-iorquino fontes ligadas ao estilista.

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Situado na cidade de Wickenberg, o centro The Meadows já recebeu em suas instalações personalidades Elton John e Donatella Versace.

Na quinta-feira, o estilista foi detido após ter supostamente insultado no terraço de um café parisiense um casal que posteriormente o denunciou por agressões e insultos antissemitas.

O assunto causou comoção depois que o tablóide britânico The Sun divulgasse um vídeo que está na internet em que Galliano declara amor a Hitler.

Trata-se de uma gravação obtida por outros clientes no bar, que fica em um bairro judaico.

Nessa mesma gravação, ele diz a uma cliente do bar: "Pessoas como vocês seriam mortas hoje, suas mães, seus antepassados seriam mortos com gás", afirma o homem mostrado no vídeo.

Galliano, que estava vinculado à casa Dior desde 1996, pediu nesta quarta-feira desculpas em comunicado emitido por seus advogados em Londres no qual garante que não há espaço para "racismo e conduta antissemita na sociedade atual" e se desculpa "sem reservas" se seu comportamento "ofendeu alguém".

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