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Gabriela Durlo será protagonista de 'A História de Ester'

Minissérie religiosa terá dez capítulos e será exibida em janeiro pela Record; elenco ainda não foi fechado

Agência Estado,

30 de outubro de 2009 | 11h02

A atriz paulista Gabriela Durlo estreou na TV na pele de uma garota que fazia programas para sustentar a avó em "Vidas Opostas" (2006), da Record. A iniciante agradou e logo passou a fazer aulas de pole dancing para rodopiar de lingerie no poste como uma prostituta da série "A Lei e o Crime" (2009). Mas agora a carreira de Gabriela, de 25 anos, toma um rumo bem diferente. Sua primeira protagonista exige o estudo da Bíblia, para a produção da Record "A História de Ester", inspirada no Livro de Ester, do Antigo Testamento.

Escalada para o papel a convite do diretor de elenco do canal, Fernando Recoleta, Gabriela não esconde que também achou curiosa a empreitada religiosa da emissora, que mantém vínculos tão próximos com a Igreja Universal do Reino de Deus. "O Livro de Ester é o único da Bíblia que não fala em Deus. Não há menção ao nome de Deus em toda a história, essa palavra não está presente. É claro que Ester é uma predestinada, mas isso não é escancarado. É apenas a história de uma grande mulher, uma heroína", fala a atriz.

Inicialmente, a minissérie religiosa, que terá 10 capítulos sob a direção de João Camargo, havia sido anunciada pela Record como especial de fim de ano, mas foi recentemente realocada para ir ao ar a partir de janeiro. O elenco ainda não está fechado. Mesmo assim, Gabriela já se refugiou no Rio de Janeiro, onde começou a caracterização da personagem, que salva seu povo do extermínio na história bíblica que se passa na antiga Pérsia.

Ester é uma plebeia judia criada por um dos servos do rei sua vida passa por uma grande reviravolta. "Uma crise política leva a rainha a ser destronada. O rei se encanta com Ester e a coroa rainha, sem saber de seu passado, de sua origem humilde", conta a atriz, entusiasmada. Ester terá de desafiar a ira de um político poderoso do reino. "O vilão da história é o primeiro ministro, que convence o rei a estabelecer por lei o extermínio de todo o povo judeu", conta Gabriela. "Esse ministro tem muita mágoa, porque viu seu pai ser assassinado por judeus, e exerce muita influência sobre o rei." As informações são do Jornal da Tarde.

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