Furto de celulares vira febre no SWU, em SP

"Velho, tinha informação da minha empresa no meu celular! O que faço, velho?", suplicava a garota, procurando informação entre os seguranças do SWU. Dezenas de casos semelhantes foram registrados no início da noite de hoje, último dia do festival, furtos principalmente de celulares e carteiras e extravios de documentos. Os seguranças estavam encaminhando os reclamantes para a entrada do festival, o posto policial ao lado do Teatro Paulínia, em São Paulo, que abriga o Fórum de Sustentabilidade.

EQUIPE AE, Agência Estado

14 de novembro de 2011 | 20h28

"Muita gente, na verdade, acaba encontrando o que reclama lá nos achados e perdidos. São coisas que perdem na hora em que pulam, dançando, e acabam entregando lá. Quase não dá para conversar com eles, porque alguns já estão meio altos", disse um dos orientadores, nas imediações do Palco Energia, logo após o show do 311. O SWU não registrou até agora casos de arrastões com violência, como ocorreu no Rock in Rio. Os banheiros também não estavam registrando filas, ao menos até o início da noite de hoje.

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