Funarte reativa Projeto Pixinguinha

A Fundação Nacional de Artes (Funarte) vai reativar seus principais programas nas áreas de música, artes visuais e artes cênicas, depois de quase oito anos. A retomada começa, oficialmente, em 9 de junho, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebe em Brasília os músicos do Projeto Pixinguinha (shows que vão percorrer as 27 capitais brasileiras), mas os editais dessa e das outras áreas (o Mambembão, de artes cênicas, e Macunaíma. de visuais, que voltam reestruturados e com novos nomes) já estão no site www.funarte.gov.br."Nosso objetivo é fazer a produção circular pelo País. Tivemos nosso orçamento para esses projetos aumentado de R$ 13 milhões, em 2003, para R$ 25 milhões, este ano e estabelecemos parcerias com Estados e municípios, que nos permitirão reativar o Pixinguinha, digitalizar nosso acervo sonoro e revitalizar a Escola Nacional do Circo", comemora o presidente da Funarte, Antônio Grassi. "Os primeiros meses de nossa gestão foram de reestruturação da instituição e de seus programas, pois o País mudou nos oito anos em que ficamos parados."O projeto de maior evidência é o Pixinguinha, que envolve música popular e recomeça em setembro, com 36 artistas, nacionais e regionais, e 93 shows. Como aconteceu entre 1977 e 1997, cada turnê reunirá dois nomes nacionais e um regional. O elenco ainda não foi definido, mas 14 estão pré-selecionados: Billy Blanco, Dona Ivone Lara, Ellen de Lima, Época de Ouro, Jane Duboc, Jards Macalé, Joyce, Mário Adnet, Miltinho, Ná Ozzetti, Nó em Pingo d´Água, Sebastião Tapajós, Zé Renato e Caio César, que tocou com Canhoto da Paraíba.O Pixinguinha custa R$ 3 milhões à Funarte, R$ 2 milhões vindos do Programa Petrobrás Cultura.

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