Fringe mira peças da Roosevelt

Desde sua criação, em 1989, os Satyros sempre demonstravam uma relação de proximidade com Curitiba. Estrearam sua primeira montagem - Sades ou Noites com os Professores Imorais - na capital paranaense. E nunca cortaram os laços com a cidade.

Maria Eugênia de Menezes, O Estado de S.Paulo

01 Abril 2011 | 00h00

Habitués do maior festival de teatro do País, sua presença por aqui não é novidade. Este ano, contudo, o grupo ampliou seu leque e trouxe para o Estado vizinho uma seleção de peças em que não é ele o protagonista. Mas a Praça Roosevelt.

No Fringe - a tradicional mostra paralela do Festival de Curitiba -, um dos destaques desta edição é o evento Conexão Roosevelt. Parte da produção do endereço mais famoso do teatro alternativo paulistano poderá ser vista em dez produções.

Entre elas, trabalhos de nomes notáveis da praça, como Mário Bortolotto e Marcelo Rubens Paiva. O grande homenageado da seleção é o diretor Francisco Carlos. O autor amazonense radicado em São Paulo expõe uma parcela considerável de sua criação: três espetáculos já vistos em São Paulo e o inédito Jaguar Cibernético, que será apresentado em quatro partes.

CONEXÃO ROOSEVELT

Francisco Carlos

O diretor apresenta a tetralogia inédita Jaguar Cibernético

Mário Bortolotto

Dirige o espetáculo solo Como Ser Uma Pessoa Pior

Marcelo Rubens Paiva

O escritor assina a encenação da montagem Lá Fora, Algum Pássaro Dá Bom Dia

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