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Filha de Whitney Houston diz ouvir mãe conversar com ela

A filha única da cantora Whitney Houston, que morreu em fevereiro, disse que ainda escuta palavras de estímulo da mãe, e uma cunhada da artista revelou detalhes inéditos do dia em que ela foi encontrada morta num hotel da Califórnia. Foram as primeiras entrevistas de ambas desde a morte dela.

REUTERS

12 de março de 2012 | 11h40

Bobbi Kristina Brown, de 19 anos, disse à apresentadora Oprah Winfrey que está se recuperando "tão bem quanto possível" da repentina morte de Whitney, achada morta na banheira de um quarto de hotel de Beverly Hills em 11 de fevereiro, aos 48 anos.

"Posso ouvir a voz dela, sabe, e o espírito conversando comigo, me dizendo, sabe, 'continue, garota, estou bem aqui, achei você'... Ela sempre está comigo. Sempre posso senti-la", disse a moça, que é filha do cantor Bobby Brown.

Ela contou que as luzes da casa onde vivia com a mãe, em Atlanta, costumam "acender e apagar sozinhas, e eu digo: 'Mamãe, o que você está fazendo?'... Ainda consigo rir com ela. Posso sentar lá e ainda consigo conversar com ela."

Famosa desde a década de 1980, numa carreira que teve seu auge com o sucesso "I Will Always Love You", de 1992, Whitney teve graves problemas com o uso de álcool, drogas e remédios.

As autoridades encontraram medicamentos no quarto onde ela morreu, mas a causa da morte ainda depende de exames toxicológicos que devem ficar prontos neste mês.

Na mesma entrevista, Patricia Houston, cunhada e empresária da artista, contou que ela foi achada nua e de bruços na banheira por sua assistente, Mary. Um segurança, irmão de Patricia, tentou em vão reanimar Whitney.

Uma lágrima rolou pelo rosto da mulher ao se lembrar da imagem da sua cunhada morta no chão do quarto de hotel. "Ela tinha uma paz, um aspecto... Ela tinha um aspecto pacífico", disse Patricia.

Oprah perguntou-lhe se as drogas tiveram envolvimento na morte da cantora. Patricia disse acreditar que a fase de mais abusos já havia passado, mas não chegou a garantir que Whitney não teria bebido ou usado drogas no dia em que morreu.

"Não acho que as drogas (fossem) um problema para ela antes da morte. Não sei o que aconteceu naquele dia", afirmou ela.

Finalmente, Oprah perguntou a Gary Houston, irmão da cantora e marido de Patricia, se era verdade que a família pedira a Brown, que se divorciara de Whitney em 2007, para que não fosse ao funeral dela. Gary negou.

Brown esteve no funeral, mas saiu mais cedo, alegando uma confusão com a segurança a respeito dos assentos.

Gary Houston contou que a família não ficou chateada com a foto de Whitney no caixão, publicada por tabloides, e acrescentou que a mãe deles há muito tempo tinha premonições sobre a morte prematura da cantora.

"Eu lembro que minha mãe costumava dizer ...: 'Whitney não vai estar conosco por muito tempo'", afirmou Gary. "Ela é um anjo. Ela é um presente."

(Reportagem de Bob Tourtellotte)

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