REUTERS/Tony Gentile
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‘Ficou antiquada a ideia de que a roupa seja vista só na passarela’, diz Tommy Hilfiger

Liderando uma turnê de moda, o designer norte-americano encerra a semana de Milão com um desfile-espetáculo

Maria Rita Alonso, Especial para O Estado de S. Paulo

27 de fevereiro de 2018 | 12h40

Fechando a semana de moda milanesa, Tommy Hilfiger montou um autódromo para apresentar a quarta coleção da grife americana com colaboração da modelo Gigi Hadid. As inconfundíveis listras da Tommy dividiram espaço com o xadrez de bandeiras das competições de automobilismo. No formato ‘see now buy now’, os looks ficaram disponíveis imediatamente nos canais da marca em mais de 70 países. Ao Estado, o estilista falou com exclusividade. 

Como está sendo a experiência de fazer desfiles em turnês?

Uma aventura! Estava cansado dos mesmos desfiles e queria fazer algo diferente. A geração millennial quer propósito, quer ver, comprar e vestir. Para mim, ficou antiquada a ideia de que a roupa seja vista só na passarela. 

Por que a Itália agora? 

Aqui é a capital da moda! Estamos em uma turnê mundial, já passamos por Nova York, Los Angeles, Pequim, Londres e agora Milão. 

O que faz uma marca global atrair clientes no mundo todo?

Acredito que você precisa ter estilo, boa qualidade, boa modelagem e bom preço. 

Como é seu relacionamento criativo com Gigi Hadid? 

Incrível! Ela tem muito senso de estilo e quando entra na minha sala de criação é um evento, dando sua opinião certeira, dizendo do que gosta. Teoricamente, ela deveria passar duas horas com os meus designers, mas dessa vez passou oito, dando ideias e inspirando a todos. 

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