Exposição em Paris ressuscita Grace Kelly, o mito do cinema

Mostra retrata vida de elegância da atriz predileta de Alfred Hitchcock e eterna princesa de Mônaco

Efe,

10 de junho de 2008 | 13h49

A atriz predileta de Alfred Hitchcock, mito do cinema e princesa de Mônaco até sua trágica morte em um acidente de carro em 1982, ressuscita em Paris em uma exposição que a partir desta terça-feira, 10, retrata a vida de elegância e lenda assinada por Grace Kelly.   Um vestido de noiva de cauda generosa com um véu com margaridas, réplica do que a atriz que contracenou com James Stewart, Cary Grant e Ray Milland usou em seu casamento é o ponto final da moda da vida hollywoodiana da mãe do atual príncipe de Mônaco, Albert II.   Era 1956 quando Grace Kelly se casou com o príncipe Rainier, apenas um ano depois de seu trabalho em Amar é Sofrer, de George Seaton, pelo qual ganhou o Oscar de melhor atriz, como mostra a exposição Les Années de Grace Kelly, Princesse de Monaco, que ficará em cartaz até 16 de agosto na Prefeitura de Paris.   Grace Kelly "deu uma elegância única a Mônaco", caracterizada por "sua discrição, seu serviço à cultura e sua solidariedade", disse o prefeito de Paris, Bertrand Delanoë, que destacou que todo o universo da musa de Disque M para Matar, de Hitchcock, "é expresso nesta exposição".   Além disso, estão presentes as mensagens originais que Grace Kelly recebia de Hitchcock, James Stewart, David Niven, Peter Sellers, Truman Capote, do Palácio de Buckingham, assim como as cartas com assinatura da família Kennedy e Greta Garbo.   Entre os objetos que mais chamam a atenção está a anotação com a disposição dos convidados durante seu casamento na Catedral Saint Nicolas de Mônaco, onde Grace Kelly e Rainier se casaram, além de contratos de filme, fotografias de família e quadros, entre outros.

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