Exposição celebra os 60 anos da entrada da China no Tibete

Na mostra, que abre em julho, podem ser vistos os diferentes líderes chineses com líderes tibetanos, produtos típicos, como a cerveja Lhasa e uma área dedicada á cultura tibetana

Efe,

28 Junho 2011 | 03h55

PEQUIM - A China lembra o 60º aniversário da conhecida pelo gigante asiático como a "Libertação pacífica do Tibete" com uma exposição que mostra as mudanças experimentadas pela região autônoma desde a entrada chinesa.

 

Segundo o governo chinês, organizador da mostra, o "Tibete melhorou em nível político, social, econômico, de saúde e de desenvolvimento" desde que o Exército de Libertação Popular derrotou as tropas tibetanas, em 1950, e foram assinados os chamados "17 pontos sobre a libertação pacífica do Tibete", em 1951.

 

Por outro lado, o caso é tratado pelo governo tibetano no exílio e o Congresso dos Estados Unidos como a "Invasão do Tibete".

 

Na mostra, que estará aberta durante o próximo mês, podem ser vistos os diferentes líderes chineses (Mao Tsé-tung, Deng Xiaoping e Hu Jintao) com os líderes tibetanos em 1951 e em anos posteriores, com títulos que destacam "as calorosas boas-vindas do povo tibetano às tropas chinesas".

 

Além disso, existe uma área dedicada à cultura tibetana e a produtos típicos como a água "5.100", procedente do manancial mais alto do mundo, situado a 5.100 metros de altura, a cerveja Lhasa e o chas, um chá tibetano misturado com manteiga de yak e sal.

 

Na última sala da exposição, dedicada ao futuro, podem ser observadas as obras de infraestrutura que Pequim pretende construir em território tibetano e que vão desde estradas a linhas de trem para "modernizar as condições de vida no Tibete e melhorar a vida de seus habitantes".

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