Evento utiliza dois modelos diferentes

Até o fim do ano, serão 114 cidades percorridas. E mais de 720 apresentações. As cifras hiperbólicas dão a medida que o projeto Palco Giratório adquire em dimensão nacional.

, O Estado de S.Paulo

02 de agosto de 2011 | 00h00

O evento, que em São Paulo está apenas em sua sexta edição, já existe no País há 14 anos. Começou em 20 cidades, visto por não mais do que 7.500 pessoas. Desde então, cresceu paulatinamente. E, neste ano, finalmente se estabelece em todos os Estados da federação.

Único projeto do gênero com abrangência nacional, o Palco Giratório funciona com dois modelos distintos, esclarece o seu coordenador nacional, Marco Rego.

Em São Paulo e em outras capitais de grande porte, costuma prevalecer o modelo de festival, em que vários trabalhos de outras localidades são encenados.

Já para cidades onde se deseja fomentar uma produção artística incipiente, o que se propõe é o formato de aldeia. Em 2011, serão 52 aldeias espalhadas pelo País. Nelas, um espetáculo convidado é apresentado ao lado de uma seleção de produções locais. "Oferecemos uma vitrine para que esses grupos possam se olhar e se reconhecer", diz Rego. "É uma oportunidade para as companhias se assistirem e conseguirem trocar experiências e metodologias."

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.