Estrutura interna reduz os custos

"Temos uma expectativa muito grande em relação à 30ª. Ela é feita em outras condições", diz o presidente da Fundação Bienal de São Paulo, Heitor Martins. Com projeto e curador definidos com antecedência, em dezembro do ano passado, a próxima edição do evento também tem como característica ser produzida por uma equipe própria da instituição - cerca de 40 funcionários.

O Estado de S.Paulo

21 de dezembro de 2011 | 03h09

Houve até um enxugamento do orçamento geral da 30ª Bienal por causa dessa "estrutura interna" da fundação, afirma Martins - há, por exemplo, equipe de design, dirigida por André Stolarski, e outra para publicações. Dos R$ 25 a R$ 30 milhões anunciados anteriormente, o montante calculado para a próxima 30ª Bienal de São Paulo, em 2012, ficou em R$ 20 milhões (ainda não captados, mas com 75% "compromissados" por patrocinadores). Já está incluído na cifra o programa educativo da mostra, coordenado por Stela Barbieri e que pretende levar entre 300 e 400 mil estudantes à exposição.

"Tivemos tempo para gerar a mostra de maneira mais eficiente", explica Martins, que termina seu segundo mandato como diretor-presidente depois do término da 30ª Bienal. Ele garante ainda a gratuidade de entrada para a mostra. / C.M.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.