Estátua, leilão e polêmica no aniversário de morte de Michael

MÚSICA

, O Estado de S.Paulo

28 de junho de 2010 | 00h00

O primeiro aniversário da morte do "rei do pop" Michael Jackson foi marcado por homenagens e polêmica. No Rio, o cantor ganhou uma estátua, inaugurada no sábado, na favela de Santa Marta. Foi lá que ele gravou o videoclipe de They Don"t Care About Us, acompanhado dos tambores do Olodum, em 1996, e a estátua, criada por um artista local, foi inspirada na imagem do cantor naquela ocasião: cabelos longos, óculos escuros, camisa rasgada e os braços jogados para o alto. Seriamente endividado ao morrer, Michael continua rendendo mais dividendos do que nos últimos anos de vida. Em um leilão realizado em Las Vegas, os fãs gastaram quase 1 milhão de dólares para adquirir objetos que pertenceram ao ídolo. A famosa luva com cristais de Swarovski, usada por ele na Victory Tour, de 1984, foi arrematada por US$ 190 mil. No Twitter, o irmão do cantor, Randy Jackson, qualificou de "fraude" o evento Forever Michael, realizado no sábado em Los Angeles, com respaldo da Jackson Family Foundation, para o qual foram cobradas entradas de 150 a 500 dólares. Afirmando que seus pais estão sendo manipulados, Randy disse que esse tipo de ação é "desrespeitosa para a família e um insulto para os fãs".

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