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'Estamos em fase de transição e redefinição de modelo'

Roberto Teixeira da Costa e Ismail Xavier afirmam que, no plano da administração das instituições públicas, está havendo participação, em diferentes modos, de instituições não governamentais

Flávia Guerra, O Estado de S.Paulo

27 de julho de 2013 | 02h15

Em conversa com o Estado, tanto o presidente da SAC, Roberto Teixeira da Costa, quanto o presidente do Conselho da Cinemateca, Ismail Xavier, comentam que a entidade passa por momento de redefinição. "Na oscilação que existe no poder público com relação a estilos de gestão, toda vez que há mudanças, há diferenças de tratamento de temas que geram oscilação como a que a SAC está enfrentando", disse Xavier.

Ambos ressaltam que questões como a atual não são exclusivas da Cinemateca. "Ocorre com outras entidades. Vivemos a situação na qual, no plano da administração das instituições públicas, está havendo participação, em diferentes modos, de instituições não governamentais. Elas existem há muito tempo. A SAC nasceu nos anos 60", lembrou Xavier. "Novo é o fato de haver da parte do poder público a busca de novas formas de parceria com as instituições. Vamos aprendendo a identificar problemas, a prevê-los e resolvê-los."

Para Teixeira da Costa, há que se pensar a longo prazo. "Quem acompanha a Cinemateca desde sua criação sabe que sempre houve instabilidade. Havia períodos de conquistas, outros de retrocesso. Além da questão de natureza política, há o fato de que é preciso passar a ter uma estrutura interna compatível com a administração de recursos muito maiores."

Xavier lembra que a Cinemateca tem três fontes de renda: "As captações de recurso por meio das leis de incentivo, o repasse direto do MinC e termos de compromissos assinados entre a SAC e o ministério. Isso vai continuar existindo. Que modelo institucional vai vigorar a partir de agora é algo para ser proposto e executado. Estamos em transição".

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