Felipe Rau/AE
Felipe Rau/AE

Escultura 'A Mão', com 1,80 m, está no Ibirapuera

'A Mão' pode ser vista a partir desta sexta, 12, em frente ao Museu Afro Brasil

Marina Vaz , O Estado de S. Paulo

12 de novembro de 2010 | 06h00

Foi cercado de pés de maracujá que Stephan Doitschinoff cresceu, no bairro do Planalto Paulista. De tanto comer pratos preparados pela mãe com a fruta ‘tranquilizante’, sua irmã passou a ser chamada de ‘Maria Tranquila’. E ele virou o ‘Calma’.

 

Essa história poderia ser verdade, mas foi inventada pelo artista - que também escreve contos e cria símbolos ligados ao sincretismo religioso. Alguns deles estão na escultura A Mão, que pode ser vista a partir desta sexta, 12, em frente ao Museu Afro Brasil, no Ibirapuera.

 

A peça de cerâmica mede 1,80 m e foi inspirada no livro A Mão Afro-brasileira, de Emanoel Araujo. É mais um reconhecimento para Doitschinoff, de 33 anos, que ganhou espaço na cena paulistana dos anos 90, fazendo cenários para shows de bandas como Black Sabbath. Em 2009, expôs no Masp e ganhou o prêmio de Artista Revelação pela APCA. A escultura do parque é repleta de simbologias (inventadas ou não por ele). Abaixo, você pode ver algumas delas. E, depois, descobrir outras pessoalmente.

 

A Mão: Parque do Ibirapuera. Entrada do Museu Afro Brasil. Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, portão 10. Quando: 5h/22h. Quanto: Grátis.

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