Emoção e bons filmes dão início ao Fam

Na noite de abertura do FAM, Nelson Pereira dos Santos, com voz embargada, pediu um minuto de silêncio em homenagem ao cineasta Carlão Reichebach, morto na véspera. Foi ainda com essa emoção que o público seguiu a apresentação de A Luz do Tom e aplaudiu muito ao final.

O Estado de S.Paulo

18 de junho de 2012 | 03h08

Após a noite de abertura, o festival, dedicado a produções do Mercosul, apresentou seus primeiros concorrentes, o argentino El Polônio, de Daiana Rosenfeld, e o uruguaio La Vida Util, de Federico Veiroj.

Em seu primeiro longa, Daiana vai ao Cabo Polônio, comunidade remota do Uruguai, formada por apenas 60 pessoas, e acompanha uma personagem que lá tenta se reequilibrar após o trauma de perder uma filha.

Já em La Vida Util, Veiroj mostra, em linguagem ficcional (e em fotografia em preto e branco) a crise institucional que atingiu a Cinema Uruguaia. No elenco, um crítico de cinema, Jorge Jellinek, e um dos diretores da Cinemateca, Manuel Martínez Carril.

Um bom começo. L.Z.O.

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