Em pauta, o futuro do acervo de Boal

Deve ser decidido ainda neste mês, o futuro do acervo de Augusto Boal. Está marcado para agosto um encontro entre Cecília Boal - viúva do fundador do Teatro do Oprimido - e representantes das duas instituições interessadas na aquisição da coleção: a New York University e o Itaú Cultural.

Maria Eugênia de Menezes, O Estado de S.Paulo

12 de agosto de 2011 | 00h00

Em julho, Cecília havia anunciado a intenção de transferir o espólio do diretor e teórico de teatro para o centro universitário norte-americano. A entidade teria manifestado interesse em recuperar e digitalizar o material. São cerca de 20 mil textos, centenas de horas de gravações e mais de 2.000 imagens fotográficas.

Para evitar a saída do acervo do País, o Itaú Cultural procurou Cecília. As negociações ainda estão em curso. Mas a entidade confirma que está disposta a participar da digitalização e a ajudar a encontrar um espaço para abrigar o material, já que não teria espaço em sua sede.

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