Em cena, a vida de Pagu

Patrícia Galvão (1910-1962) foi poeta, cronista, artista plástica, dramaturga e militante feminista. Acima de tudo, foi uma modernista de primeira linha, mulher que incomodava pelas críticas ácidas e o comportamento irreverente. É tal figura controvertida que desponta na peça Dos Escombros de Pagu, que estreia hoje no Teatro Eva Hertz, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional (Avenida Paulista, 2.073).

, O Estado de S.Paulo

08 de setembro de 2010 | 00h00

O texto é baseado no livro do mesmo título, resultado da tese de mestrado da historiadora Tereza Freire. Durante quatro anos de pesquisa, ela recuperou a vida e obra de Pagu. "Desde 1972, tenho vontade de realizar uma peça sobre essa mulher, por quem tenho grande admiração", comenta o diretor Roberto Lage que, empolgado com o texto de Tereza, decidiu viabilizar o projeto.

Para isso, contou com a atriz Renata Zhaneta, que logo aderiu à montagem. "Gosto de teatro que grita, que diz algo importante para a plateia", conta. "Foi fácil me apaixonar e me identificar com a história de Pagu. Temos muitas coisas em comum." Em cena, ela mostra como foi a relação da escritora com outros nomes do Modernismo.

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