Em baobá, cisne negro revê lições do pequeno príncipe

Mais célebre das obras de Antoine de Saint-Exupéry, O Pequeno Príncipe já resultou em centenas de adaptações. Deu origem a livros, filmes e peças de teatro. E é retomada agora em versão coreografada pela cia. Cisne Negro.

, O Estado de S.Paulo

02 Julho 2010 | 00h00

No espetáculo Baobá, que entra em cartaz hoje no Sesc Vila Mariana, o tradicional grupo de Hulda Bittencourt é dirigido por José Possi Neto.

A história do menino que abandona seu planeta em busca de amigos é revisitada por Possi sob nova perspectiva e transportada para o Brasil. Aqui, ele encontrará um príncipe negro, guardião das florestas, e o enredo ganha tons de lenda sobre a sustentabilidade do planeta.

Apesar da temporada voltada para o público adulto, Baobá pretende ter especial apelo entre crianças e jovens e adquire contornos educativos. "Mostramos a responsabilidade desses personagens na preservação da vida", diz Possi.

Permeada por diálogos e canções, a montagem assume ares de balé musicado. "Muita gente pode até supor que é um musical, mas é a dança que norteia o trabalho", explica o diretor.

Na coreografia de Dany Bittencourt entram vestígios de balé clássico, com a presença de sapatilhas de ponta em uma das passagens, e também elementos contemporâneos. / M.E.M

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