Em ação, os autores brasileiros

De futebol a MPB, escritores nacionais revelam seu trabalho de pesquisa que envolve uma memória emotiva

Ubiratan Brasil, O Estado de S.Paulo

10 de agosto de 2010 | 00h00

Convidados estrangeiros sempre vêm, mas a Bienal do Livro é tradicionalmente um espaço reservado para a divulgação da obra de autores nacionais. Esta 21.ª edição, reformulada, buscou o encontro dos temas propostos pelos curadores com lançamentos relacionados.

 

E o Salão de Ideias revelou se o palco ideal para os principais debates. É o caso, por exemplo, da mesa que recebe a dama da literatura brasileira, Lygia Fagundes Telles, com o jornalista e historiador Paulo Markun (dia 21, 17 h).

 

"Estou maravilhada ao redescobrir minha obra", conta Lygia sobre a preparação de sua produção para o relançamento pela Companhia das Letras. Markun, que paralelamente à carreira jornalística, constrói a de pesquisador, está finalizando biografias como a de um desbravadordo século 16. História e ficção é o assunto que vai reunir Ruy Castro, Heloisa Seixas, Carlos Heitor Conny e Patrícia Melo (dia 20, 19 h). Laurentino Gomes, autor do mega ssucesso 1808 estará sozinho na mesa das 15 h do dia 22, quando vai falar de sua próxima obra,1822,que reconstitui a independência do País.

 

Já os mistérios da obra de Clarice Lispector serão discutidos por Affonso Romano de Sant’Anna, José Castello e Bianca Ramoneda (dia 15, 19 h); e sua biografia é tema da conversa entre Nádia Gotlib e Teresa Montero (dia 18, 17 h). Pedro Bandeira vai lançar um desafio: como temas adultos podem ser propostos para crianças e adolescentes, no dia 17, às 13 horas. E o boom de livros sobre futebol terá a análise de Sidney Garambone, Milton Leite e Marcelo Barreto (dia 16, 19 h).

 

O centenário de nascimento de Adoniran Barbosa será lembrado por Martinho da Vila e Celso Campos (dia 22, 17 h).

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