"Einstein" e "Copenhagen" levam a ciência aos palcos

Em parceria com a produtora Adriana Carui e com o patrocínio daAmana-Kei, o ator Carlos Palma vem provando que é possível atrairo público com armas como inteligência e simplicidade. Que épossível agregar arte e ciência, ou diversão e conhecimento, semfacilitação ou didatismos. Palma interpreta o físico AlbertoEinstein (1879-1950), aos 70 anos, no monólogo Einstein, quereestréia amanhã no Teatro Folha, recém-inaugurado noShopping Pátio Higienópolis, onde será apresentado sempre àsterças e quartas.De quinta a domingo, no mesmo teatro, está em temporadaCopenhagen - com Carlos Palma, Oswaldo Mendes e SelmaLuchesi no elenco. A teoria da relatividade explicada por ninguém menos queEinstein e de uma forma tão simples que até o mais comum dosmortais compreende. Uma intrincada discussão sobre físicaquântica traduzida em "língua de gente". Ética na ciência, aconstrução da bomba atômica, decisões de físicos que mudaram orumo da história são os temas, aparentemente difíceis, dessasduas peças que, surpreendentemente, vêm se mantendo em longatemporada, angariando prêmios e atraindo um público cada vezmais amplo. "O espectador gosta de ser desafiado", diz MichaelFrayn, autor de Copenhagen.Einstein - Um Ato de Gabriel Emanuel. De Gabriel Emanuel.Adaptação e direção Sylvio Zilber. Duração: 80 minutos. Terça equarta, às 21 horas. R$ 30 e R$ 15 (estudante). Até 28/2.Estréia amanhã (15/01)Copenhagen - De Michael Frayn. Direção Marco Antonio Rodrigues.Duração: 2h30. De quinta a sábado, às 21 horas; domingo, às 20horas. R$ 30. Teatro Folha. Av. Higienópolis, 618, Piso 2 doShopping Pátio Higienópolis, tel. 3823-2323, 3885-3671. Até 25/2.

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