Egito pede que Sotheby's deixe de leiloar 23 antiguidades

Autoridades pediram que a Interpol investigue como as peças foram tiradas do país

Efe

17 de dezembro de 2013 | 18h52

O Egito enviou um pedido à casa de leilões Sotheby's para impedir a comercialização de 23 antigüedades que supostamente foram tiradas do país de forma ilegal, informou hoje o ministro de Antiguidades local, Mohamed Ibrahim.

Em comuniado, apasta assinalou que solicitou na semana passada ao Ministério de Assuntos Exteriores que adotasse as medidas pertinentes, depois que seu departamento detectou que esses 23 objetos haviam sido postos à venda.

As autoridades egípcias também pediram que a Interpol investigue como as peças foram tiradas do país e que a Sotheby's apresente a documentação que comprove que são de sua propriedade. Caso não o faça, o Ministério de Antiguidades advertiu que adotará as medidas necessárias para recuperá-las, e recordou que monitora pela internet todas as tentativas de vender peças arqueológicas egípcias em qualquer lugar do mundo.

Entre os 23 objetos, estão estatuetas, bustos e vasos com inscrições de diferentes períodos faraônicos.

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