Dr. Pet volta à TV para educar novos bichos no NatGeo

Pequeno, branquinho e fofinho, Scooby é um lobo em pele de lhasa apso. Já o basset Churros se divide entre espantar visitas e fugir pelo bairro. Casos perdidos? Alexandre Rossi, zootecnista apelidado de Dr. Pet, garante que não. "A gente muda o cachorro por meio do comportamento das pessoas", diz o apresentador, no primeiro episódio do novo programa, "Missão Pet", que estreia nesta terça-feira, às 22h30, no NatGeo. Já no próximo dia 3, a atração passa a formar um "bloco pet" na grade de terça à noite do canal, com a estreia de "O Melhor Amigo do Cão", às 21h25, nova série de César Millán, mexicano famoso como "O Encantador de Cães".

AE, Agência Estado

26 de junho de 2012 | 10h28

Conhecido por amestrar de peixinhos a borboletas para filmes e comerciais, Rossi também vai levar para a TV paga sua habilidade em ensinar animais não domésticos - algo pouco explorado no programa dele na Record.

Nos 13 episódios que compõem a primeira temporada da série, o zootecnista vai amansar um elefante no zoológico de Itatiba, no interior paulista, além de tratar problemas comportamentais de furões, de um tigre, um papagaio e até Cuta, a macaquinha prego do jogador do Corinthians Emerson Sheik.

Entre as dicas valiosas de Rossi, pelo menos para quem tem cachorro, estão broncas aliadas a um "susto" - que pode ser um borrifo de água no focinho ou estouro de uma bexiga. Tudo, claro, seguido de uma guloseima canina quando o animal obedece às novas regras. Após ensinar boas maneiras aos bichos, Rossi volta ao lar para conferir se os donos fizeram a lição de casa.

"Com o passar do tempo, as pessoas tendem a se acomodar (na reeducação dos animais), o que não é bom, porque os problemas podem voltar ou, pior, o cão pode pensar que tudo não passou de uma brincadeira", diz.

Ainda que Rossi tenha treinado seus peixinhos na infância para pedir comida tocando um sino, ou ter feito de sua antiga cachorra, Sofia, o primeiro cão no mundo a usar um painel eletrônico para se comunicar, Rossi nega ter um "dom divino" para lidar com os animais. "Prefiro acreditar que é minha postura e muita técnica que fazem com que os animais se acostumem mais com os humanos." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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