Dominicano foge de hospital para evitar amputação de pênis

Um homem internado por priapismo fugiu de um hospital na República Dominicana após saber que os médicos pretendiam amputar-lhe o pênis para evitar uma gangrena, reportou a imprensa local no sábado.

REUTERS

23 de maio de 2010 | 13h48

O priapismo é caracterizado por uma ereção prolongada e dolorosa, sem relação com o desejo sexual.

O homem, de 45 anos, foi internado há mais de três semanas em um hospital no norte do país. Segundo os médicos, o priapismo foi causado pela ingestão de uma grande quantidade de estimulantes sexuais.

Em declarações a jornalistas locais, Rodríguez insistiu que não havia tomado entorpecentes.

"No hospital me disseram que para solucionar a situação (...) precisavam cortar o meu pênis, porque ele estava ficando preto. Eu sequer podia urinar", relatou.

"Isso me causou terror. Eu, sem pênis? Não, isso não".

Segundo o paciente, ele alertou a esposa para que não assinasse a autorização do procedimento, "porque não poderia viver sem meu pênis".

A ereção começou a ceder gradualmente após um tratamento aplicado por um urologista de outro centro médico, a quem o homem definiu como um bom médico e uma pessoa "muito humana".

(Reportagem de Manuel Jiménez)

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