Dois quadros de Picasso são roubados de centro na Suíça

As obras roubadas são as pinturas a óleo "Tête de Cheval" (1962) e "Verre et Pichet" (1944)

EFE

07 Fevereiro 2008 | 19h51

Dois quadros de Pablo Picasso foram roubados de uma exposição no centro cultural da cidade suíça de Pfäffikon, confirmou nesta quinta-feira, 7,  a Polícia do cantão (Estado) de Schwyz. As obras roubadas são as pinturas a óleo "Tête de Cheval" (1962) e "Verre et Pichet" (1944), que tinham sido emprestadas para a exposição pelo Museu Sprengel de Hannover, na Alemanha.   Segundo comunicado da Polícia de Schwyz, o furto ocorreu na última quarta, em horário ainda desconhecido, após os criminosos terem entrado "misteriosamente" no centro cultural. Ainda de acordo com a Polícia, os ladrões, que estão foragidos, "saíram do edifício pouco após as 19h locais (horário de fechamento da exposição), o que ativou o alarme".   Dois seguranças constataram imediatamente que os quadros de Picasso, avaliados em milhões de euros, não estavam em seus lugares. Esta não é a primeira vez que obras do artista espanhol são roubadas na Suíça. Desde 1980, vários crimes deste tipo foram cometidos, particularmente na galeria de arte Bollag, em Zurique.     O roubo mais espetacular ocorreu em 1994, quando um suíço e quatro italianos, condenados mais tarde a penas de quatro a cinco anos de prisão, levaram sete quadros, recuperados posteriormente pelo galerista Max Bollag graças a um intermediário.     Masp    Em dezembro de 2007, o Museu de Arte de São Paulo  (Masp) foi roubado por três pessoas, que levaram as telas O Lavrador de Café (1939), de Portinari, e O Retrato de Suzanne Bloch (1904), de Picasso. O museu ficou fechado por 21 dias.

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