Do palco para a tela grande

Se o sucesso de Vau da Sarapalha inibiu as novas criações do grupo Piollin, não se pode dizer que tenha tido o mesmo efeito sobre seu criador: Luiz Carlos Vasconcelos. Foi durante uma cerimônia no Recife, quando ia agradecer aos patrocinadores do espetáculo, que Vasconcelos seria "descoberto" pelos diretores Lírio Ferreria e Paulo Caldas. Saiu do evento com um convite para transformar-se no Lampião do longa O Baile Perfumado e, em 1997, deu início a uma profícua trajetória no cinema.

, O Estado de S.Paulo

20 de dezembro de 2010 | 00h00

Apaixonado pelo circo, Vasconcelos começou a carreira como palhaço. Há mais de 30 anos fundou o grupo de teatro Piollin. Mas foi pelos trabalhos na tela grande que se tornou mais conhecido. Seu filme mais recente é Sol do Meio-Dia, terceira película da diretora Eliane Caffé.

Antes disso, vieram outras produções de destaque. Em 1998, filmou O Primeiro Dia, de Walter Salles e Daniela Thomas. "Ele foi ver Sarapalha em busca de atores para Central do Brasil e acabou me chamando para esse filme", lembra Vasconcelos. A parceria com o cineasta se repetiria ainda em Abril Despedaçado, de 2001. Depois disso, o ator pôde ser visto também em Carandiru, Árido Movie e Mutum.

Não demorou muito para que o cinema lhe abrisse as portas da televisão. Estreou com participações breves na novela Senhora do Destino e depois ganhou o território das séries. Passou por Carga Pesada e A Pedra do Reino, até alcançar um papel de maior destaque em Queridos Amigos.

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