Walt Disney Pictures
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Disney volta a adiar 'Mulan' após aumento de casos do novo coronavírus nos EUA

Filme teria estreia em 27 de março, foi remarcada para 24 de julho e, agora, para 21 de agosto

Redação, O Estado de S.Paulo

27 de junho de 2020 | 02h04

LOS ANGELES - A nova versão de Mulan será lançada nos cinemas apenas em 21 de agosto, após o surto de infecções por coronavírus nos Estados Unidos na última semana, que forçou mais um atraso em um lançamento originalmente planejado para março.

A notícia chega um dia depois de Tenet, novo filme de Christopher Nolan e Robert Pattinson que estava previsto para chegar às telonas em 31 de julho, foi adiado para 12 de agosto. Isso representa o prolongamento da paralisação dos cinemas, que haviam começado uma reabertura em algumas regiões dos EUA com medidas de distanciamento social.

Ambos os filmes são os dois primeiros blockbusters no calendário de lançamento após a quarentena. Mulan teria estreia em 27 de março, mas quando a crise sanitária começou a Disney a remarcou para 24 de julho e, agora, para 21 de agosto.

De fato, logo no início da pandemia, foi realizado um grande evento em Hollywood para apresentar o filme, que teve que ser cancelado alguns dias depois.

O novo registro diário de infecções nos EUA, com quase 40 mil novas infecções nas últimas 24 horas, colocou as autoridades do país em alerta, e elas tornaram mais uma vez mais rígidas suas medidas para evitar novas infecções.

O filme é um remake do clássico animado com atores e cenários reais, dirigido pela cineasta Niki Caro. A versão teve um dos maiores orçamentos da Disney para os reajustes dos clássicos, que ultrapassou os US$ 250 milhões, seguindo a estratégia que a Disney já aplicou com O Rei Leão, Aladdin e Dumbo. /EFE

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