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Sonia Racy, O Estado de S.Paulo

11 de setembro de 2011 | 00h00

Ao ser abordado, semana passada, em Jerusalém, por um fazendeiro israelense ávido por fazer negócios com o Brasil, José Batista Júnior, da JBS/Friboi, foi assaltado com a pergunta: "Quantos bois você tem?". O dono do maior frigorífico de carne do mundo respondeu: "Alguns". O israelense insistiu: "Tenho 700 cabeças, você tem mais?". Júnior disfarçou: "É, um pouquinho".

O grupo brasileiro cria, em sistema de confinamento em suas unidades nos EUA e na Austrália, nada menos que 1,2 milhão de cabeças de gado. No Brasil? Só 100 mil.

For kids?

Era para ser um livro de colorir para crianças. Mas We Shall Never Forget 9/11, que reconta o 11 de Setembro, anda causando polêmica nos EUA. A crítica principal é quanto à definição dos muçulmanos. Uma das passagens do texto? "Essa gente louca odeia o estilo de vida americano, porque somos livres".

For kids 2

Foram impressas 10 mil cópias do livro. A editora Really Big Coloring Books responde às críticas afirmando que a publicação foi "criada com honestidade, integridade e respeito, sem faltar à verdade".

Voz da experiência

Lior Lotan estará em pleno voo neste 11 de setembro. O diretor-executivo do Instituto Internacional de Contra-Terrorismo e ex-comandante das Forças de Defesa de Israel vem de Tel-Aviv para participar do Congresso Segurança Brasil, na Fiesp.

Falará para plateia de autoridades e agentes de segurança pública das 12 cidades-sede da Copa de 2014.

Depois do 11 de Setembro, Rubens Barbosa, então embaixador do Brasil nos EUA, declara que o mundo enfrenta "uma guerra sem face". E destaca a imprevisibilidade dos ataques cibernéticos, "que podem afetar sistemas de defesa, transporte e comunicações via meios eletrônicos". Sua análise do cenário dez anos após o atentado? "O mundo mudou". Mas, ao contrário do que se pensou em 2001, a radicalização e o choque de civilizações entre Islã e Ocidente não ocorreu. "Embora a percepção seja de que a ameaça se origina no Oriente Médio e em alguns países da Ásia muçulmana", afirma. "Essa ameaça não desaparecerá enquanto persistir o conflito entre Israel e Palestina e enquanto houver ocupação de países por tropas americanas, como é o caso no Iraque."

Responsabilidade social

Depois de mais de 60 anos vendendo os próprios produtos, o Unicef resolveu licenciar sua marca. O Brasil lidera o movimento, e o primeiro contrato já foi assinado com a Tilibra. Por ano, a organização vende 1,3 milhão de cartões.

A AACD caminha rumo a parcerias internacionais. O CEO da ONG, João Octaviano Machado Neto, foi a NY encontrar as lideranças do Hospital for Special Surgery e do Hospital da NYU.

A ONG Futebol de Rua, que conta hoje 450 crianças (200 só em Heliópolis), trabalha para formar um time de 650 pequenos atendidos em 2012. Para aprender lições de cidadania via esporte.

A Faap lançou curso de Tradutor-Intérprete de inglês-português para pessoas com deficiência visual. No âmbito do Núcleo de Superação. As inscrições vão até outubro.

Em comemoração ao Rosh Hashaná, Ana e Renata Feffer promovem coquetel em prol da ONG Amigos da Criança com Reumatismo. Quinta, na CAU Chocolates.

O hospital estadual Emílio Ribas começou programa de capacitação para o mercado de trabalho voltado a jovens com HIV. Com direito a aulas de empreendedorismo e processos organizacionais.

Acaba de sair do forno a terceira edição da Memória de Sustentabilidade das Empresas Associadas à Cámara Española. Publicação que mostra o envolvimento de empresas em projetos ecologicamente corretos.

Interinos: Débora Bergamasco, Marilia Neustein e Paula Bonelli.

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