Direto da Fonte

Sintomático

Sonia Racy, O Estado de S.Paulo

10 de agosto de 2011 | 00h00

Foram inúmeras as baixas no almoço organizado por Ary Oswaldo Mattos Filho, segunda-feira. O jurista recebeu, em seu escritório, John Negroponte, titular do tradicional Council of The Americas, em meio à derrocada dos mercados. Nervosos, a maioria dos banqueiros optou por não desgrudar de suas próprias mesas. À exceção de Gustavo Marin, do Citi Brasil.

Só para se ter ideia do impacto da quebra do Lehman Brothers. Antes da crise, a ação do Citi valia US$ 55 na Bolsa de Nova York. Caiu, nesses anos, para US$ 1. Agora, seu preço tem girado em torno de US$ 4.

A boa notícia: se a nova crise piorar, não há como o tombo ser tão grande como o de 2008. Ele começa vários degraus abaixo.

Sintomático 2

Negroponte, que trabalhou anos na administração Bush, está firme. A seu ver, os EUA continuarão por muitos anos na liderança do mundo. E o republicano arriscou uma previsão: os EUA estarão fora das guerras antes de 2014.

Pudera, foram e são elas as maiores responsáveis pelo buracão gigante no orçamento americano.

Campanha

Fernando Haddad, o preferido de Lula na disputa pela prefeitura paulista, vai contar histórias para crianças na Feira Literária de São Bernardo do Campo, sexta-feira.

Ao lado do ex-presidente.

Campanha 2

Lula não sabe o que vai ler mas na lista de livros para escolha, chama a atenção Contos de Enganar a Morte. Haddad optou por Professora Encantada.

Procurando tu

A Mahindra, montadora indiana no Brasil, procura camisa de time de futebol para estampar sua marca. Já sondou o Flamengo, mas acabou não fechando.

Asfalto quente

O DER paulista tem de se entender. Na segunda-feira, ao ser indagado sobre débitos com empresas de construção responsáveis pela manutenção das rodovias estaduais, o financeiro do órgão não soube dizer de quanto são ou quando pagará.

Já ontem, a assessoria de imprensa enviou e-mail garantindo pagamento imediato. Intrigada, a coluna voltou a ligar para o financeiro e ouviu: "Sem previsão". Dívida? Segundo as empresas, são R$ 213 milhões.

Sem feminismo...

Ana Paula Padrão pesquisou o universo feminino durante três anos. Em particular, o da nova classe média. Tudo para lançar ontem, dentro de um Dior vermelho, uma maneira de se comunicar com elas: Tempo de Mulher.

As razões? Na lista apresentada no Hotel Hyatt está o fato de essa fatia ascendente ser composta por metade da população feminina no País, 53 milhões de mulheres.

...só feminina

Essa nova consumidora, segundo Ana Paula, não coloca o trabalho em primeiro lugar, dá valor à harmonia do lar, não conta para o marido que ganha mais do que ele e decide as compras.

Unindo forças

Sextante e Jaboticaba juntaram as pantufas. Vão coeditar títulos. O primeiro, O Cofre do Adhemar, de Alex Solnik. O livro reúne depoimentos sobre o célebre assalto ao tesouro do ex-governador.

Merci!

Ao contrário de seu compatriota Claude Lanzmann - que gerou desconforto em passagem pelo Brasil -, Edgar Morin somou fãs.

O filósofo francês impressionou a equipe do Fronteiras do Pensamento pelo bom humor, gentileza e... energia. Aos 90 anos, falou por uma hora e meia na PUC de Porto Alegre, anteontem. Em pé.

Piada ou louvor?

Polêmica no meio cristão por conta da paródia "Justin Bíblia". Caiu no YouTube um vídeo apresentado em encontro de jovens evangélicos na Bahia. No clipe, garoto loiro imita Justin Bieber em versão brasileira e gospel: "Crente, crente, crente, soooou...".

Na frente

Na próxima semana, o Instituto da Cidadania deixa de existir. E nascerá, no lugar, o Instituto Lula.

Jean-Claude Cathalan, do Comité Montaigne de Paris, dá palestra hoje na ESPM.

Carlinhos Jereissati, Chico Lowndes, Guili Alves e Gui Afif pilotam a mostra US Anatomy. Hoje, no Mube.

Os convidados da Audi terão noite de "emoções" durante o show de Roberto Carlos em Jerusalém. Dúvida de João Doria, organizador da viagem da marca: "Será que o Rei vai topar trocar seu calhambeque por um Audi?"

Isabella Pinheiro faz seu primeiro pocket-show hoje. No bar Baretto.

Depois da mobilização contra o fechamento do Frevinho, o movimento na lanchonete - que já era grande - dobrou.

Colaboração

Débora Bergamasco debora.bergamasco@grupoestado.com.br

Marilia Neustein marilia.neustein@grupoestado.com.br

Paula Bonelli paula.bonelli@grupoestado.com.br

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.