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Direto da Fonte

Dia da faixa

Sonia Racy, O Estado de S.Paulo

15 de março de 2011 | 00h00

Questionado pelo senador Wellington Dias (PT) sobre qual seria a melhor data da posse do Presidente da República, o senador Aécio Neves saiu-se com essa: "Prefiro o dia 6 porque é... Folia de Reis".

Brincadeira à parte, o fato é que o debate, que começa hoje na Comissão de Reforma Política, tem apenas um consenso: o dia 1º é muito ruim.

Dia da faixa 2

Na mesa existem pelo menos quatro datas propostas: 31 de dezembro ou 2, 6 e 10 de janeiro. "O problema do dia 10, sugestão de Sarney, é que fica distante do começo do ano e bagunça os cronogramas fiscal e burocrático", afirma Dias, defensor dos dias 31 ou 2.

Esquentando

Dilma cancelou a primeira reunião do Conselhão deste ano, marcada para quinta-feira. A explicação oficial foi a agenda da presidente.

Enquanto isso, nos bastidores já há manifesto contra a ida do Conselhão da Secretaria de Relações Institucionais para a de Assuntos Estratégicos, sob comando de Moreira Franco. Assinado por 40 dos 90 membros.

Ideologia

Dilma e o meio-irmão búlgaro Luben não se conheceram, mas sofreram perseguição pelo mesmo motivo: o comunismo. Ela foi presa por defender este regime. Ele lutou contra o autoritarismo em seu país e, por isso, nunca saiu da Bulgária.

Esta e outras histórias estão em Rousseff, livro sobre a família. Jamil Chade, correspondente do Estado, e Momchil Indjov, repórter búlgaro, lançam a obra hoje, na Livraria da Vila dos Jardins.

Hora H

José Luiz Penna, presidente do PV, comentou o vazamento das usinas nucleares no Japão e o consequente fortalecimento dos verdes na Europa: "No Brasil, não sofremos tsunami nem terremoto, mas as usinas de Angra passam a ter maior vulnerabilidade diante de algo dessa magnitude".

Para ele, cai por terra a ideia de segurança. "Nós fazemos advertências, não só do lixo nuclear, mas de possíveis intempéries desse tipo. Isso evidencia que a nossa discussão é pertinente".

Tristeza

Tomie Ohtake está consternada com a situação no Japão. Lembra-se nitidamente dos terremotos de Tóquio, em 1923, e de Kobe, há 15 anos, quando perdeu um grande amigo, o pintor e filósofo Waichi Tsudaka.

Óleo e água

Não é só de confusão com Dado Dolabella que Luana Piovani vive. A moça proibiu a Brahma de convidar seu ex Felipe Simão para o Desfile das Campeãs, no Rio. Nem como acompanhante de alguém. Era ela ou ele.

A cervejaria optou por ela.[17 E 18/12]

Sem palavras

Quem está sofrendo com o acordo ortográfico da língua portuguesa é Moçambique. Segundo Zeferino Martins, ministro da Educação moçambicano, a implementação do acordo no país custará... US$ 100 milhões.

À mão

A organização da São Paulo Restaurant Week trará uma novidade na edição de setembro: finalmente será possível fazer reservas on-line dos restaurantes do festival - solicitação recorrente da clientela.

Mas não valerá no evento que começa segunda que vem.

Sobrevida

Nelson Baskerville, pai de Mateus Solano em Viver a Vida, pinçou um episódio dramático da própria vida e fez dele espetáculo de teatro.

Luis Antonio - Gabriela conta a história de seu irmão mais velho, que se assumiu travesti e morreu de Aids na Espanha, há cinco anos. A estreia é quarta, no Centro Cultural São Paulo.

Na frente

Alckmin encontra-se amanhã com Dilma no Palácio do Planalto. Pela segunda vez neste ano.

Zé Dirceu comemorou seus 65 anos, sábado, com cerca de cem amigos em Vinhedo. Trouxe de Brasília o dono do Piantella para fazer a feijoada. Entre os convidados, Fernando Morais, José Luis Oliveira Lima e Rose Nogueira, ex-companheira de cela da presidente.

Frank Sinatra é tema de curso, a partir de hoje, na Casa do Saber. Ministrado por Zuza Homem de Mello.

Abre hoje no Centro da Cultura Judaica a mostra Marcados Para, de Claudia Andujar.

Jards Macalé canta Moreira da Silva sexta-feira. No Sesc Vila Mariana.

A Arterix inaugura hoje a 2ª mostra Dobradiça, com fotos de Cholito e Ana Almeida.

O Festival Ibero-Americano de Teatro de São Paulo apresenta hoje os espetáculos Sin Fin (Collage em B/N) e As Folhas do Cedro. No Memorial da América Latina.

Marcinho Eiras toca no Dona Flor, em Moema. Hoje.

Interinos: Débora Bergamasco, João Luiz Vieira, Marilia Neustein e Paula Bonelli.

Mão na claquete

Depois de dois curtas em Cannes e da colaboração como roteirista de À Deriva, de Heitor Dhalia, Vera Egito está prestes a filmar o primeiro longa. Trata-se de uma narrativa de ficção sobre o histórico conflito entre USP e Mackenzie, na Rua Maria Antônia, nos anos 1960. A diretora contou detalhes à coluna.

Sobre o que será a história do longa Maria Antônia?

O filme, que se passa em 24 horas, é baseado em conjunto de eventos reais que aconteceram no ano de 1968, entre estudantes do Mackenzie e da USP. O protagonista, de 18 anos, não é exatamente um jovem engajado, mas se envolve e acaba saindo transformado.

Em que pé está o projeto?

Estamos com o argumento e o projeto aprovados na Ancine. Vamos começar a captação e estamos selecionando a equipe.

Como surgiu o interesse sobre este assunto?

Eu moro perto daquela rua e sempre ouvi sobre a história. Até que me deu um estalo e percebi o potencial para um filme. Existem dois conflitos interessantes: o ideológico, entre as pessoas, e o físico, pois mexeu com a estrutura das duas escolas.

Você também está elaborando o roteiro do filme sobre a banda Restart, não é?

Sim. Temos um prazo curto porque vamos filmar em julho. É um projeto comercial, com público-alvo claro. Fui a alguns shows da banda, visitei os meninos no camarim. Será uma aventura a la Roberto Carlos e a Jovem Guarda. É um filme jovem, pop e leve. Eles são encantadores. /MARILIA NEUSTEIN

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