Direto da fonte

Livre, leve e solta

Sonia Racy, O Estado de S.Paulo

28 de setembro de 2010 | 00h00

Ingrid Betancourt chega, na miúda, hoje em São Paulo. Em passagem relâmpago, participa de palestra, amanhã, no Fórum HSM de Negociação.

Aproveita o rasante para se encontrar com Luiz Schwarcz, de quem se aproximou bastante durante a edição brasileira de seu livro Não há silêncio que não termine.

Não há notícia de que tenha pedido para visitar a Amazônia.

Escala

Antes de votar domingo em São Bernardo do Campo, Lula deve acompanhar Dilma na sua seção eleitoral em Porto Alegre. A ideia ainda não é consenso entre os assessores no Palácio do Planalto.

Clássico e do bem

As mulheres podem comemorar. Foi anunciado ontem, durante o Lês Chefs et Décor na Daslu, que Roberto Carlos fará show, em novembro no Anhembi, só para o público feminino. Com renda revertida para o Projeto Velho Amigo e Instituto Brasileiro de Combate ao Câncer.

Doce lar

Roberto Minczuk aceitou. Rege em novembro, no Municipal do Rio, dois recitais em homenagem aos painéis Guerra e Paz, de Candido Portinari, instalados na sede ONU, em NY, desde 1957. As obras serão "importadas" temporariamente para cá.

Será?

O IBGE se dá ao trabalho de informar à população de que os dados fornecidos ao Censo são confidenciais e que não serão utilizados "para quaisquer efeitos fiscais ou ações legais".

O conceito de "sigilo" no Brasil anda tão chamuscado...

Injeção

O BNDES liberou ontem crédito de R$ 1,5 bilhão para os hospitais Sírio Libanês, Albert Einstein, HCor, Oswaldo Cruz, Samaritano e Moinhos de Vento. Em contrapartida, os hospitais devem reverter 5% do empréstimo em benefício do SUS.

Pré-debate

Para esquentar o organismo ou para diminuir o estresse, a TV Globo oferecerá diversos tipos de chás nos camarins dos candidatos à presidência, no último debate, quinta, no Rio.

Além de cones de rosbife com mostarda e torta de chocolate com maça.

Pré-debate 2

Cada candidato terá direito a levar 25 acompanhantes. E outras 88 pessoas, escolhidas a dedo, foram convidadas pela emissora.

Matemática

Heitor Martins fez as contas e comemorou. Na noite de pré-estreia, passaram pela Bienal mais de 7,5 mil visitantes. Dos quais 27% eram estrangeiros. "São 1900 pessoas do exterior que vieram para ficar oito dias por aqui. Há também 1600 pessoas de outras cidades do Brasil, com tempo médio de estadia de quatro dias", afirmou.

Na avaliação do presidente do evento bi-anual, esses "turistas" gastam uma média diária de R$1 mil em hospedagem, alimentação e transporte contabilizando uma receita de R$ 23 milhões para São Paulo. "Um beneficio quase equivalente ao custo da Bienal só na noite de inauguração".

Carlitos brasuca

Cinéfilos se segurem. O acervo pessoal de Charles Chaplin está prestes a desembarcar por aqui. A produtora Zadig entrou em contato com a família do diretor e conseguiu encontrar, entre outros materiais, fotos, documentos, fotogramas e fragmentos de filmes inéditos.

Tudo reunido em uma exposição que acontecerá, no ano que vem, no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio e de SP.

Na frente

Para acompanhar o lançamento de Comer Rezar e Amar nas telonas, a Objetiva já imprimiu mais de 80 mil exemplares do best-seller.

Mika Lins dirige, hoje, leitura dramática de Don Juan. No Sesc Consolação.

Belarmino Iglesias pilota hoje no Figueira Rubaiyat jantar em prol da ONG Visconde.

Milú Villela constatou: dos 52 artistas brasileiros presentes na Bienal, 40 participaram de mostras no Itaú Cultural.

O pianista Claudio Goldman se apresenta hoje no Bourbon Street.

Benjamin Steinbruch oferece jantar em homenagem a Celso Perioli, superintendente da Polícia Científica de São Paulo. Hoje, na Fiesp.

Notado: durante os intervalos do debate, anteontem, na Record, os conselheiros de Serra mais ouviram do que falaram. E os de Dilma, um depois do outro, optaram por mascar ... Chicletes.

Debate engessado

O dia chuvoso em boa parte do Brasil, principalmente pelos Estados de São Paulo e Rio, somado à proximidade das eleições, despertou maior interesse da população em torno do debate promovido pela Record na noite de anteontem. Segundo informações da emissora, o "programa" atingiu, em alguns momentos, dez pontos no Ibope. Outros debates não ultrapassaram os três pontos.

Entretanto, na avaliação de Carlos Montenegro, sentado na plateia entre os convidados, dificilmente a atuação dos quatro candidatos, nesse penúltimo debate televisivo antes da votação domingo, mudará a opção do eleitor. "Todos foram bem", politizou o dirigente do Ibope. Em outras palavras, faltou fato impactante mesmo ante a atuação mais agressiva de Marina Silva, imbuída do desejo de chegar ao segundo turno, e da metralhadora Plínio de Arruda Sampaio à plena carga. Estrategicamente, Dilma e Serra se ignoraram.

O caso Erenice Guerra veio à tona por meio de Plínio Sampaio e irritou João Santana e Antonio Palocci, sentados do lado esquerdo do palco. Mas não chegou a ocupar o debate.

Aliás, pela plateia, houve quem avaliou ser tática de Lula, para esvaziar o escândalo na Casa Civil, atacar a imprensa tão fortemente. E que após as eleições, o assunto tenderia a desaparecer... A conferir.

Serra surpreendeu ao ser o primeiro a chegar aos estúdios da Record, seguido de Marina e Plínio e por último Dilma. Em compensação, Indio da Costa entrou com o debate em andamento perdendo seu lugar na primeira fila, onde já estavam Michel Temer e Guilherme Leal. Sentou-se na quarta fila convidando Monica Serra a juntar-se a ele que estava acompanhado de sua família.

Dilma estava junto com João Santana, Antonio Palocci, José Eduardo Dutra, José Eduardo Cardozo, Marco Aurélio Garcia, José Sérgio Gabrielli, além de Sérgio Cabral.

Do lado do tucano, foram Luiz Gonzalez, Kassab, Márcio Fortes, Caio Sergio de Carvalho, Rodrigo Maia e Gabeira. Ausências sentidas? Além de Sérgio Guerra e Alckmin, por que não lembrar a do carioca Aécio Neves...?

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