Direto da Fonte

Antes tarde...

Sonia Racy, O Estado de S.Paulo

25 de setembro de 2010 | 00h00

Com a subida de Anastasia nas pesquisas, Aécio Neves dá sinais de que está disposto a se empenhar mais na campanha de José Serra. Na reta final e para um eventual segundo turno, o ex-governador de Minas estaria propondo uma série de compromissos conjuntos, iniciada ontem com caminhada em Diamantina.

Leilão

O promotor eleitoral Maurício Lopes apresentou denúncia contra Ney Santos, candidato a deputado federal pelo PSC.

Há suspeita de compra de voto.

Cinco estrelas

A Prefeitura de São Paulo mandou para Brasília servidora da Secom para participar de curso sobre gestão de contratos administrativos.

Para custear duas diárias foram liberados R$ 3.798.

Cabo de guerra

O decreto que limita compras de terras por empresas brasileiras controladas por grupos estrangeiros está dando o que falar. Cesário Ramalho, presidente da Sociedade Rural Brasileira, decidiu encaminhar documento a Lula protestando. "Tememos a inibição dos negócios", alertou.

Arquibancada

Luiz Gonzaga Belluzzo respirou aliviado. Foi liberado pelos médicos para assistir pela TV, hoje, ao jogo entre Flamengo e Palmeiras. Os jogadores preparam homenagem para o professor.

Logo ali

O embaixador Carlos Antonio Paranhos anuncia para janeiro o início da ponte área Moscou-Rio. A operação será da Transaero Airlines.

Na frente

Luis Fernando Verissimo, João Barone, e Zeca Baleiro são alguns dos craques das letras que batem bola hoje na Vila Belmiro.

Lars Grael foi o primeiro brasileiro - e velejador - a receber o prêmio Fullaro D"Oro. Esta semana na Itália.

Fernando Lindote abre, hoje, a exposição Cosmorelief na Galeria Múltipla.

Carla Vidal participa do Encontro Latino Americano de Atualização Científica no México. Segunda.

A Confederação Brasileira de Hipismo bateu o martelo. Patrocinará equipes brasileiras nos Jogos Equestres Mundiais.

Toda sola

Jessye Norman, que apresenta turnê no Brasil em outubro, continua... modesta.

A diva do "bel canto" pediu a Myrian Dauelsberg, da Dellarte, que sejam compradas três cadeiras nos voos domésticos para não ter vizinhos. Nos hotéis, os apartamentos precisam ter 100 m², silenciosos, com janelas que abram perfeitamente, sem carpetes e camas feitas em estilo inglês.

Coruja

Caetano Veloso vem a São Paulo como coadjuvante. Ele e Paula Lavigne prestigiarão o filho Zeca, que discoteca na balada Comitê, nesta quinta-feira.

Direto de NY

Mais de US$ 2,4 milhões foi o que a BrazilFoundation arrecadou, quinta, em seu jantar de gala beneficente, em NY. Graças ao "leiloeiro" e chairman do evento, Nizan Guanaes, cujos esforços para conseguir contribuições chegaram à beira da convocação literal e nominal. Mas seu suor rendeu: o evento somou oito vezes mais do que em 2009. A serem distribuídos por projetos da instituição no Brasil.

Direto de NY 2

Montado na belíssima e impactante Egyptian Wing do Metropolitan Museum, o evento contou com mais de 500 convidados- divididos entre brasileiros e parte da comunidade financeira com interesses no Brasil- que pagaram US$ 15 mil por mesa.

Direto de NY 3

Para incentivar as doações, foi exibido um vídeo com declarações atestando a idoneidade da fundação. Entre os que apresentaram a ONG, a candidata Dilma Rousseff (que aproveitou para pedir apoio) e FHC.

Dupla de acordes

João Carlos Martins e Arthur Moreira Lima nasceram com apenas 21 dias de diferença - 25 de junho e 16 de julho, respectivamente. Mesmo com algum atraso, os dois comemoram hoje, com um concerto na Sala São Paulo, acompanhados da Filarmônica Bachiana Sesi-SP, seus 70 anos de vida. A coluna conversou com Martins sobre a dupla comemoração.

Como vocês se conheceram?

Nós começamos a tocar piano aos oito anos, o Arthur no Rio e eu em São Paulo. Embora desde pequenos assistíssemos aos concertos um do outro, só viemos a nos conhecer mesmo aos 38 anos. Ele já era especialista em Chopin e eu em Bach. A partir daí, nos tornamos grandes amigos.

Como nasceu a ideia do concerto comemorativo dos 70 anos?

Queríamos festejar com a mesma paixão e alegria que sentimos quando nos apresentamos em favelas ou aldeias indígenas. Fizemos questão de escolher obras de Bach, Chopin e Villa-Lobos que eram significativas para os dois. Incluímos também uma composição complicadíssima de Alberto Ginastera. Só dois loucos, aos 70 anos, se arriscariam a fazer algo tão difícil.

A comemoração ficará apenas nos dois concertos?

Não, terá um DVD sobre as duas apresentações, em NY e SP. E sairemos em turnê nacional no ano que vem.

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