Direto da fonte

Ainda mais

Sonia Racy, O Estado de S.Paulo

22 de setembro de 2010 | 00h00

As três agências de publicidade que prestam serviços para a Presidência estão em concorrência interna para produzir a campanha institucional do governo pós-eleições.

Baseada em briefing dado pela Secom, a 141 Soho Square contratou a produtora Like Filmes e produziu comercial que sinaliza continuidade no governo. Na gravação, um dos atores diz que o País hoje é uma mistura de "conte comigo com vamos fazer ainda mais. Brasil um País de todos".

Outro Lado

A Secom reconhece que fez briefing, mas que foi uma opção da agência recorrer "a esta linha criativa". Afirma ainda que a Secretaria "não trabalha com a possibilidade de continuidade" e que o filme ainda não está aprovado.

Trimmmm

Carlo Carmelo Furci, que trabalhou por anos para a Telecom Italia no Brasil, está de mudança novamente. Saiu do Grupo Português Ongoing.

Bombinha?

Polibio Braga, sucessor de Dilma na Secretaria da Fazenda, da Prefeitura de Porto Alegre, na década de 80, gravou depoimento apimentado para a propaganda eleitoral do PSDB.

Não está decidido se o vídeo vai para ao ar.

Apegado

Bom filho à casa torna. Paulo Skaf grava hoje, pela primeira vez, na porta da Fiesp para propaganda eleitoral.

Face musical

O público da Sala São Paulo terá uma surpresa sábado. Quem for ao concerto da Bachiana Filarmônica receberá lápis e papel para escrever suas emoções durante a execução de uma peça de Schumann, tocada por João Carlos Martins. O projeto You play, we see será levado ao exterior e a favelas do Brasil. O resultado se transformará em um videoclipe.

Riso literário

Chico Anysio se prepara para lançar no mês que vem seu novo livro, Fazedores de Histórias. Serão 33 contos, com direito a declaração de Millôr Fernandes na orelha da publicação.

Enxame

Para hospedar o Fatboy Slim, Carl Cox e Moby, atrações do Ultra Music Festival, no Unique, durante o fim de semana da F1, a produção gastou R$ 70 mil com a reserva dos quartos. O evento será dia 6 de novembro.

Inveja mata

Bill Clinton abriu ontem pela manhã o encontro anual da sua ONG, Clinton Global Initiative, no Sheraton de Nova York, com um discurso de... dez minutos.

Nesse espaço de tempo, fez balanço das conquistas da organização nos últimos 12 meses e contou, para seleta plateia de pesos-pesados do mundo inteiro, já ter arrecadado US$ 6 bilhões antes mesmo da abertura do seminário de três dias. "E tenho certeza que este número será muito maior até sexta-feira", previu o ex-presidente americano.

Inveja mata 2

Depois de apresentar pessoas e projetos do ano, Clinton sentou-se e entrevistou com competência por mais de uma hora Eric Schmidt, do Google, Melinda Gates, da Microsoft, Tarja Halonen, presidente da Finlândia, e Bob McDonald, da empresa Procter&Gamble.

Destaque para Melinda, cujo trabalho na Fundação Bill&Melinda Gates tem merecido elogios pelo mundo. "Ela poderia estar comprando na Madison Avenue, mas está na luta por um mundo melhor", observou a brasileira Marlova Noleto, da Unesco. No que Sergio Gordilho, da Africa, corrigiu: "Melinda poderia comprar toda a Madison".

Escorregão de Clinton na condição de entrevistador. "Depois da invenção do Ipad, o mundo não precisa mais de computadores." Melinda Gates apenas sorriu.

Na frente

Ugo Giorgetti dirige, pela primeira vez, uma ópera. Escolheu a dedo Norma, de Vincenzo Bellini, e já está instalado no Theatro São Pedro para os ensaios.

O Market Day, feira de produtos orgânicos, no Hotel Emiliano, acontece sexta.

É hoje que Gilles Lipovetsky participa de debate da Trip, no Espaço Manioca.

Guy Brett fala sobre a obra de Sergio Camargo, no Instituto de Arte Contemporânea. Amanhã.

Fyodor Pavlov-Andreevich palestra sobre performance. Hoje, na Luciana Brito.

A mostra do israelense Izhar Patkin abre, hoje, no Centro da Cultura Judaica.

Dan Epstein, diretor de sustentabilidade dos Jogos Olímpicos Londres 2012, fala na SportsEvents. Hoje, no Rio de Janeiro.

Tem gente cantando Roda Viva e Alegria, Alegria em pleno escurinho do cinema. Na plateia de Uma Noite em 67, os aspirantes a cantores tiram do sério os vizinhos que querem prestar atenção no filme.

E Tiririca foi mesmo denunciado por omissão de bens, conforme antecipado sábado nesta coluna.

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