Direto da fonte

Alta diluição

Sonia Racy, O Estado de S.Paulo

16 de setembro de 2010 | 00h00

Gregos, troianos, asiáticos e principalmente brasileiros que integram o mercado financeiro têm um só foco este mês: a operação de capitalização da Petrobrás. É no seu rastro, somado à alta atratividade da taxa de juros no Brasil, que o real está se valorizando e as ações da estatal perdendo valor. Calcula-se que, no fechamento da operação, o total arrecadado baterá nos US$ 120 bilhões. Dos quais deve entrar no País montante próximo de US$ 20 bi impactando na já fortalecida moeda nacional.

E como fica o valor da estatal depois disso? Respeitado banqueiro fez as contas e chegou à conclusão de que ele será parecido com o que a Petrobrás valia há um ano. Só que com 50% a mais de ações no mercado...

Obaminha

Com pouco tempo de TV, o jeito é apelar para internet. Corre solto na rede um vídeo de apoio a Marina Silva, com o jeitão do famoso Yes We Can, de Barack Obama.

Participações especiais? Wagner Moura, Lenine, Arnaldo Antunes, entre outros.

Calculadora

Criado para atender 800 crianças, o Programa Segundo Tempo está sob judice. O Ministério Público Federal instaurou inquérito na Bahia.

Toque de relaxar

Andrea Matarazzo quer levar concertos de música clássica para os presídios do Estado. Para tanto, faz apresentação-piloto domingo, quando Marcelo Bratke transportará seu piano até a Penitenciária Feminina do Butantã.

Tocará para 180 detentas.

Voz solta

Chico Buarque ficou na dúvida, mas escolheu. Irá ler um trecho de O Ano da Morte de Ricardo Reis, preferido entre muitos fãs de José Saramago, na homenagem ao autor. Quarta, no Sesc Vila Mariana.

À la Sophie Calle?

Inês Cardoso, filha de Ruth Escobar, coletou depoimentos anônimos sobre rompimentos amorosos para criar a obra Museu de Corações Partidos.

Aberta hoje, ao público, no Itaú Cultural.

Toga ativa

Eliana Calmon, nova Corregedora Nacional de Justiça, decidiu. Começa segunda mutirão para desafogar o Tribunal Regional Federal da Terceira Região.

Tudo em cima

Com pré-estreia marcada para terça, a Bienal abre suas portas para o público no sábado, dia 25, com a expectativa de receber 1 milhão de visitantes. "Só de fora, esperamos de 300 mil a 400 mil", conta Heitor Martins, responsável por recolocar o evento nas principais pautas de arte internacional.

Para se ter uma ideia, a última Bienal em 2008, a do "Vazio" - conceito criativo fundado a partir da falta de recursos - registrou... 190 mil visitantes.

Bola na quadra

O Santos FC e a Prefeitura de Santos negociam a criação de uma equipe profissional de futsal.

As negociações, até agora sigilosas, incluem a contratação de Falcão, estrela da categoria no Brasil.

S.O.S Brasil

Helena Sato, chefona das campanhas de imunização do Estado de São Paulo, ganhou novo desafio. Está na China para combater a epidemia de sarampo que se alastrou pelo país nos últimos meses. Recrutada pela Organização Mundial de Saúde.

Green

Rubens Barrichello trocou, temporariamente, de dupla. Deixa Nico Hulkenberg, da Williams, e se dedica a Álvaro Almeida, ex-presidente da Confederação Brasileira de Golfe. Ambos participam do Campeonato Brasileiro de Duplas de Golfe. Em Itu, no fim de semana.

Na frente

Izhar Patkin, israelense radicado em NY, participa hoje de debate sobre artes plásticas no Centro da Cultura Judaica. A convite da Bravo.

José Bechara lança livro e inaugura a mostra Full. Hoje, na galeria Marilia Razuk.

Luciana Brito faz hoje jantar para comemorar a abertura da exposição de Caio Reisewitz e Delson Uchôa.

Walter Goldfarb abre hoje a individual Diabólica Leitmotiv. Na Thomas Cohn.

André Miglio se apresenta com a banda Falcatrua no hotel Cambridge. Hoje.

A coletiva com obras de Oiticica, Lygia Pape e Lygia Clark é uma das quatro exposições que estreiam sábado na Galeria Baró.

Jan Akkerman e Anton Goudsmit, guitarristas holandeses, tocam no Festival Sampa Jazz. No fim de semana, no Auditório Ibirapuera.

Tunga abre a exposição Cooking Crystals Expanded na Galeria Millan. Domingo.

Marcelinho, nova estrela do São Paulo, surgirá hoje no jogo contra o Inter com outro nome na camisa: Lucas. Crise de identidade? Que nada. Ele não quer mais é o apelido que ganhou por ser parecido com Marcelinho Carioca, ex-Corinthians.

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