Dilma lamenta morte de Manoel de Barros e Leandro Konder

Dilma lamenta morte de Manoel de Barros e Leandro Konder

A presidente, que está na Austrália para as reuniões do G-20, soube da morte do filósofo apenas na madrugada desta sexta-feira

RAFAEL MORAES MOURA, Estadão Conteúdo

14 de novembro de 2014 | 14h01

A presidente Dilma Rousseff lamentou nesta sexta-feira, 14, em nota, a morte do poeta Manoel de Barros e do advogado e filósofo marxista Leandro Konder.

Manoel de Barros faleceu ontem, em Campo Grande (MS), aos 97 anos, após passar duas semanas internado - durante o período, passou por uma cirurgia no intestino.

"As palavras certas sempre achavam Manoel de Barros. O Brasil perdeu um grande ourives das palavras. Aos familiares, amigos e admiradores, meus sentimentos", disse Dilma, conforme nota enviada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.

Leandro Konder, de 78 anos, morreu na tarde de quarta, 12, - a editora em que ele trabalhava não soube informar as circunstâncias da morte.

"O país perde um gigante do pensamento e das ideias, um idealista e teórico. Nesse momento de dor e de perda, quero deixar minha solidariedade e meu carinho ao filho Carlos Nelson, à viúva Cristina e a Marcela", afirmou Dilma. "Que ele descanse em paz e permaneça vivo nas nossas lembranças."

Dilma disse ainda que por conta da viagem que fez até a Austrália, onde participa da reunião do G20, soube da morte de Leandro Konder apenas na madrugada desta sexta-feira.

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