Diego Moraes, vice-campeão de 'Ídolos', lança CD e DVD

No ano passado, Diego Moraes foi o vice-campeão do programa "Ídolos", da Record. Ele não ganhou, mas confirma que tem talento para a música com o CD que acaba de lançar, intitulado "Meus Ídolos". Aos 24 anos, ele não se considera brega. Não se pode negar, porém, que há nele um talento nato para o estilo, demonstrado em sua excelente interpretação de "Garçom", clássico na voz de Reginaldo Rossi - este, sim, um brega assumido.

AE, Agência Estado

22 de junho de 2010 | 12h13

Na sétima faixa do seu disco de estreia, Diego mostra esse potencial para o gênero, que convive com muito preconceito no âmbito artístico, mas tem um significativo valor cultural. "Garçom" foi o ponto alto de Diego Moraes em sua jornada pelo reality show. Marcou. "Arrepiou", contou Paula Lima, cantora e jurada da atração. "Só de mencionar essa música, fiquei arrepiada de novo". A interpretação de Diego coloca a canção em outro patamar. Um começo só com contrabaixo, enquanto o intérprete desconstrói e renova, com elegância e suingue, o clássico de Reginaldo Rossi.

Em 12 de dezembro de 2009, Diego percebeu que sua carreira tinha se transformado para sempre. Era a finalíssima do "Ídolos" e ele, mesmo tendo ficado em segundo lugar, sabia que tinha uma ótima chance pela frente. "Ouvi dos amigos que o programa era queimação de filme, mas eu me livrei do preconceito quando me propus a participar", conta ele.

"Quando terminou o programa, voltei ao zero, ao mundo real, sem ninguém me acordando cedo para gravar. Mas tinha a Paula Lima, que me ligou e ofereceu ajuda", conta Diego. A cantora confirma: "Durante todo o programa, eu me encantava mais como Diego. Ele é muito seguro, um cantor de talento".

Aconselhado pela experiente cantora,o rapaz escolheu Afonso Carvalho para ser seu empresário. Um mês depois da final do programa, ele já estava com o contrato assinado com a gravadora EMI. E sua estreia é em dose dupla, com CD e DVD. As músicas escolhidas são, em sua maioria, aquelas que colocaram o cantor na final do programa "Ídolos". Sem medo, ele canta composições de ícones como Gilberto Gil ("Punk da Periferia"), Gonzaguinha ("Não Dá Pra Segurar"), Vinícius de Moraes e Baden Powell ("Canto de Ossanha"), mas não se acanha de colocar, entre esses mestres, uma música de sua autoria. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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