Diário de Campanha (3)

1) Anthony Garotinho pode apelar para a justiça desportiva alegando que a vertiginosa subida do Pezão nas pesquisas do Rio caracteriza 'jogo perigoso'. A regra é clara: pune o 'pé alto' com tiro livre indireto!

Tutty Vasques, O Estado de S.Paulo

06 Setembro 2014 | 02h06

2) Se a Justiça Eleitoral barrar as candidaturas de José Roberto Arruda e Paulo Maluf - no DF e em SP, respectivamente -, convenhamos, a Lei da Ficha Limpa já terá deixado um legado maior que o da Copa.

3) O ministro Ricardo Berzoini tirou férias do governo para se dedicar à candidatura Dilma. Se repetir na campanha a eficiência de sua gestão no Ministério das Relações Institucionais, não fará qualquer diferença no resultado das urnas.

4) Se soubesse que era tão fácil vencer eleição, Romário teria trocado há mais tempo o futebol pela política. Adversário fraco como o César Maia na disputa pelo Senado no Rio, francamente, o Baixinho não lembra de ter enfrentado nem no Campeonato Carioca!

5) Beto Guedes entrou na campanha de Aécio Neves: agora vai!

Programa de índio

A reunião de segunda-feira

do 'Procure Saber' na casa da

Paula Lavigne vai tratar,

entre outros assuntos palpitantes,

da nova lei de gestão coletiva

e da cobrança indevida do

ISS sobre direitos autorais. Isso

quer dizer o seguinte: capaz

de o Chico Buarque inventar

algo pra fazer no fim de semana

em Paris e o Gilberto Gil pegar

uma gripe daquelas. O Caetano

não tem escapatória: está

confirmadíssimo no encontro!

Força emergente

Protestos de funcionários

de redes fast-food em cerca

de 150 cidades americanas

pode ser o início de uma

rebelião sem precedentes

nos EUA. Imagina só o dia

que essa gente tomar

consciência de sua força

no país dos McDonald's,

Burger King, Subway, KFC,

Pizza Hut e o escambau!

Mina de ouro

O presidente François

Hollande já tem um plano B

para sua ideia maluca de

vender a Monalisa para

pagar as dívidas públicas

da França! A Torre Eiffel

deve estar valendo uma

fortuna no mercado livre

da internet.

Pego para Cristo

Popularidade de Nicolás

Maduro caiu 15 pontos nas

pesquisas. Isso quer dizer

o seguinte: os venezuelanos

vão acabar crucificando o

presidente para tornar

a história de Hugo Chávez -

o criador de Nicolás - mais

parecida com a saga de Deus.

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