Defesa de médico de Michael Jackson alegará que cantor cometeu suicídio

Advogados de Conrad Murray alegarão que o Rei do Pop injetou a dose fatal de Propofol quando estava sozinho em seu quarto

Efe,

30 de dezembro de 2010 | 02h23

WASHINGTON - A Promotoria no caso de homicídio culposo (sem intenção de matar) contra o médico de Michael Jackson informou nesta quarta-feira, 29, que a defesa alegará que o Rei do Pop cometeu suicídio com uma dose fatal de Propofol, informou o site TMZ.com.

 

"Acho que está claro que a defesa defende a teoria de que a vítima, Michael Jackson, se matou", disse o subfiscal David Walgren durante audiência para determinar se a defesa do médico Conrad Murray terá acesso a duas seringas encontradas no quarto do astro para realizar testes.

 

Em abril, o mesmo site antecipou com informações de fontes anônimas que a defesa alegará que Michael Jackson injetou a dose fatal de Propofol quando estava sozinho em seu quarto.

A audiência desta quarta-feira foi convocada para determinar quem poderá ter acesso aos resíduos de duas seringas e uma sonda intravenosa encontradas no quarto de Jackson.

 

Conrad Murray, de 57 anos, é acusado de ter matado acidentalmente o Rei do Pop por overdose de Propofol em 25 de junho de 2009, quando o cantor tinha 50 anos de idade.

 

O médico está em liberdade após pagar fiança de US$ 75 mil, e as autoridades judiciais programaram uma audiência para 4 de janeiro.

 

Michael Jackson, que se preparava para uma série de shows em Londres, utilizava o Propofol para tratar de um problema de insônia.

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