Debate põe em foco produção nacional

Menina dos olhos da nova coordenação do Festival de Brasília, o seminário Novas Perspectivas para o Cinema e para o Audiovisual Brasileiro começou com uma defecção. A ministra da Cultura, Ana de Hollanda, convidada a abrir o evento, alegou compromissos outros e não compareceu ao Hotel Kubitschek Plaza, onde o encontro se realiza.

O Estado de S.Paulo

29 de setembro de 2011 | 03h01

Quem a substituiu foi o secretário da Cultura do DF, Hamilton Pereira, que abriu os trabalhos discorrendo sobre o papel do audiovisual na afirmação das identidades no século 21. "O papel que a literatura exerceu nos séculos 19 e parte do 20 hoje é desempenhado pelo cinema e pelo audiovisual", disse.

O seminário começou com as apresentações dos produtores Marisa Leão e Márcio Cury, do cineasta Roberto Farias e da gerente do Departamento de Cultura do BNDES, Patrícia Vieira Machado Alexandre. O tema: o lugar do cinema e do audiovisual na política industrial. Números e queixas, em meio às falas. Para Marisa Leão, a expansão do cinema brasileiro não se acomoda no reduzido número de salas do circuito: "Não dá para pensar numa política para o cinema quando um único blockbuster ocupa mais de um terço das salas".

Para as outras mesas são esperados nomes como os do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, o produtor Luiz Carlos Barreto e o cineasta Cacá Diegues. / L.Z.O.

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