Da periferia aos canais abertos

Depois de Gaby Amarantos emplacar 'Ex Mai Love' na abertura da novela Cheias de Charme, se consolidou o crossover do tecnobrega

O Estado de S.Paulo

10 de abril de 2013 | 02h15

Depois de a cantora Gaby Amarantos emplacar Ex Mai Love, na abertura da novela Cheias de Charme, no ano passado, se consolidou o crossover do tecnobrega, de fenômeno local a música nacional. Gaby há tempos era conhecida como diva das aparelhagens de Belém. Seu primeiro disco, assim como as cruas origens do gênero, data do início da década passada, quando híbridos de eletrônico com carimbó, calipso e guitarradas fundiram-se nos bailes pobres de Belém (uma exposição sobre a gênese do estilo foi montada este ano pela Universidade Federal do Paraná). O tecnobrega pipocou em 2010, em círculos descolados. Em 2012, com o disco Treme, Gaby foi indicada para o Grammy Latino, e venceu premiações da MTV e do Multishow. Foi a barreira rompida para que o cenário nacional prestasse atenção nos guetos do Pará. / R.N.

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