Da cadeia, Edemar pediu que não o tirassem da Bienal

O banqueiro Edemar Cid Ferreira, preso desde 26 de maio acusado de gestão fraudulenta e formação de quadrilha no Banco Santos, do qual era controlador, pediu para não ser excluído do Conselho da Fundação Bienal. Edemar, preso em penitenciária no interior do Estado, tinha sido instado pela direção da mostra a pedir, ele mesmo, a saída do conselho para evitar "constrangimentos" à instituição. Mas, ao contrário do que se esperava, ele argumentou que tinha feito muito pela bienal e estivera ligado a ela por muitos anos, e pedia que não o excluíssem antes de seu julgamento. No último dia 25, no entanto, por 30 votos a 1 (e 2 abstenções), seu nome foi retirado da lista. A decisão representou uma radical mudança: dia 20 de maio, com 25 votos favoráveis e apenas 5 contra, eles tinham decidido manter Edemar.

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