Crise matrimonial é tema de 'O Preço de uma Traição'

Levante a mão a mulher que nunca teve um momento de dúvida quanto à fidelidade do marido ou namorado. Fermento poderoso do imaginário feminino e estopim infalível para barracos, crises de choro e discussões de casais, a desconfiança é o tempero do drama apimentado "O Preço de Uma Traição", que chega hoje aos cinemas.

AE, Agência Estado

14 de maio de 2010 | 09h37

Com a talentosa Julianne Moore à frente do elenco, o filme aborda a crise matrimonial, plantada com a suspeita da médica Catherine (Moore) sobre seu marido. O cinquentão David (Liam Neeson), um professor de música galanteador, faz suspirar as alunas do colégio onde leciona, em Nova York. O casal mora em Toronto, no Canadá, onde a mulher tem seu consultório, e a rotina de David consiste em se deslocar entre as duas cidades. Para complicar, o filho adolescente do casal, Michael (Max Thieriot), passa por uma fase rebelde, em que repele a aproximação da mãe.

Nesse contexto, Catherine sofre um duro golpe, quando arma uma festa de aniversário surpresa para o marido, mas ele não volta para casa naquela noite. A mágoa aumenta quando, na manhã seguinte, ela vê uma mensagem de uma das alunas no celular de David. Desconfiada, dá início a um plano ardiloso, que trará consequências. Ao ver a garota de programa Chloe (a linda Amanda Seyfried) em ação, Catherine monta uma armadilha. Ela pede à moça que se aproxime do marido e ensaie um flerte com ele.

Os retornos que a médica recebe da jovem garota de programa não são animadores. Chloe relata como David não resistiu aos seus encantos e que eles tiveram encontros secretos e até um almoço furtivo num hotel. As revelações consomem Catherine, que se vê dividida entre a certeza de que seu casamento está arruinado e a culpa de ter sido a pivô da crise. As rédeas desse jogo de sedução lhe escapam de vez quando Chloe se revela exímia estrategista. As informações são do Jornal da Tarde.

Tudo o que sabemos sobre:
cinemaO Preço de uma Traição

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.