Credicard Hall recebe o musical 'Billy Elliot'

Stephen Daldry já era um nome consagrado no teatro quando estreou no cinema com Billy Elliott, em 2000. Admite que sonhava com o cinema e embarcou no projeto do filme, tão logo lhe foi proposto. Mas faz a ressalva. "Embora Billy não fosse uma escolha minha, foi escrito por um grande amigo (Lee Hall). Tive toda liberdade com ele." Daldry sabe que o musical estreia no Brasil esta semana. A montagem é de grupo norte-americano que se apresenta em São Paulo por duas semanas. Daldry faz a que não deixa de ser uma confissão surpreendente - "Billy Elliott fica melhor no teatro."

LUIZ CARLOS MERTEN, Agência Estado

30 de julho de 2013 | 11h29

Isso não significa, em absoluto, que Daldry tenha ficado insatisfeito com o próprio filme, ou que gostaria de mudá-lo. A explicação é mais simples - "No cinema, é sempre possível enganar o espectador. O palco é mais verdadeiro, neste sentido. Não há truque. É a história de um garoto que quer ser bailarino. E ele precisa ser bom dançando." Daldry acompanhou todo o processo de passagem de Billy Elliott da tela para o palco. "Esse garoto tem anos da minha vida", diz.

O que havia de tão interessante na história, a ponto de ele fazê-la sua? "A relação pai/filho é muito forte. O garoto foge à tradição familiar. Billy dança como eu fui fazer teatro. Essa coisa de querer agradar ao pai, de obter seu reconhecimento no desfecho é uma coisa que me emociona."

BILLY ELLIOT, O MUSICAL - Credicard Hall. Avenida das Nações Unidas, 17.955. De 2 a 18/8 - 3ª a 6ª, 21 h; sáb., 16 h e 21 h; dom., 15 h e 20 h. R$ 50/ R$ 280.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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