Correspondentes traduzem olhar sobre o País na Globo News

Nascida no Rio, filha de pai nascido na Bahia, para onde os avós, judeus do Leste Europeu, imigraram, Leila Sterenberg há de fazer valer os cinco idiomas que fala e os dois anos que viveu como correspondente brasileira em Nova York. Fluente em inglês, francês, alemão e espanhol, além do português, a jornalista comanda, a partir do dia 22, o Clube dos Correspondentes. O programa se dispõe a retratar os olhares estrangeiros sobre esse Brasil que está na moda lá fora, por meio de um grupo de correspondentes que aqui está, a serviço da imprensa internacional. "E eles não têm visões iguais, isso é o mais interessante", conta a jornalista à coluna.

CRISTINA PADIGLIONE, O Estado de S.Paulo

07 de julho de 2012 | 03h08

Leila visita o dia a dia de cada um, incluindo expedientes como subir o Complexo do Alemão com a TV alemã para a realização de um documentário. As cenas externas serão costuradas à conversa que ela terá, em estúdio, com vários correspondentes, em clima de sala de estar. A princípio, o título ocupará a vaga das férias do Manhattan Connection, às 23h, por quatro domingos. Mas tem boas chances de ganhar segunda temporada ou espaço fixo. Ali estarão Alberto Armendáriz, argentino (La Nación), Francho Barón, espanhol (El País e CNN em espanhol), Rocco Cotroneo, italiano (Corriere della Sera), Jens Glüsing, alemão ( Der Spiegel), Andreas Wunn, alemão (TV ZDF), Alexandre Krasnov, russo (agência Ria-Novosti), Deddah Abdallah, natural da Mauritânia (Al Jazeera), Wang Fan, chinês (agência Xinhua), Yang Limin, chinês (agência Xinhua no Brasil), e Tom Phillips, inglês, que foi correspondente do Guardian (e agora está em Shangai para o Daily Telegraph).

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