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Cristina Padiglione
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Com a Copa no Brasil, Record aposta ter mais facilidades

Nada menos que 14 tatuagens, todas obra de maquiagem, estampam a pele de Cauã Reymond em O Caçador, minissérie da Globo prevista para abril. A caracterização é parte fundamental do personagem, sujeito que passa por grande transformação após uma temporada na cadeia. As figuras vão de ideogramas japoneses, frase filosófica, símbolos de marajoaras, águia e escorpião a índio.

Cristina Padiglione, O Estado de S.Paulo

22 de março de 2014 | 02h09

A 2ª temporada do Vaique Cola, sitcom de maior sucesso do Multishow, começa a ser gravada dentro de 15 dias, de novo com 40 episódios, mesmo tamanho da 1ª safra.

O próprio autor, Cláudio Paiva, se surpreendeu com uma cena de selinho entre Fernanda Torres e Andréa Beltrão, durante exibição de um trailer que apresentou a nova temporada de Tapas & Beijos à imprensa, anteontem, no Projac. "Não escrevi essa cena, foi ideia delas", divertiu-se o roteirista.

Kurt Cobain, 20 anos após a morte, é efeméride da vez na tela do canal BIS, que lhe presta homenagem com uma faixa de documentários aos sábados. Começa com o inédito Nirvana: Ultimate Review, dia 5 de abril, às 20h30.

O Gloob lança novo aplicativo para tablets, Android e iOS: Mega Chef. Inspirado no programa Tem Criança na Cozinha, traz receitas de verdade e desafia o jogador a montar a sequência certa dos ingredientes.

Silvio Santos vem aí: é esperada para os próximos dias a volta do patrão ao SBT, após longo recesso de fim de ano.

A arte de

maquiar 14 tatuagens

Mesmo sem os direitos de transmissão da Copa do Mundo e conhecendo todas as dificuldades de cobertura esportiva para quem não pagou pelo show em campo, a Record acredita que este mundial lhe será mais acessível que os anteriores. A aposta se dá pelo fato de a Copa acontecer no Brasil. A percepção é de Maurício Torres e Mylena Ciribelli, as duas maiores grifes do esporte na Record, ambas ex-Globo.

"Os contratos começaram a ficar mais leoninos na Copa de 98", lembra Torres, citando como as restrições impostas pela FIFA foram se tornando mais detalhistas ao longo dos últimos anos, com limitações sobre quem pode e quem não pode circular nas dependências da seleção brasileira. Ainda assim, segundo Mylena, muitos atletas ultrapassam a barreira imposta pela instituição e por quem tem os direitos de transmissão para dar entrevistas a outros veículos, entendendo que há uma cobertura jornalística que não deve se submeter às regras do negócio. "Eles vêm a gente do lado de dentro e saem para falar com outros jornalistas, é natural", diz.

A Record anuncia que montou um QG em Teresópolis para ficar "pertinho da seleção" desde os dias de concentração. Durante o mundial, promete cobertura intensiva em seus telejornais, no que será imitada por SBT e RedeTV!, também sem direitos de transmissão. Mesmo os anunciantes que não estão entre os patrocinadores do evento em canais que detêm a transmissão estão dispostos a aproveitar esse momento. Qualquer bola de futebol em filme publicitário vale para chamar a atenção da torcida.

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