Coleção de arte causa briga no Rio

Um dos maiores acervos brasileiros de arte e antigüidades virou motivo de briga no Rio de Janeiro. A disputa é por causa da coleção formada durante décadas por Jorge Getúlio Veiga, dono da Construtora Cemenge, que morreu há cinco anos. O filho único e uma enteada do empreiteiro bateram de frente e levaram para os tribunais a divisão desse tesouro, que possui quase três mil objetos.A coleção é tão importante que já foi reproduzida em vários livros no Exterior. Um deles chegou a ser editado pela maior casa de leilões do mundo, mostrando apenas as peças de porcelana. Parte delas foi encomendada à Companhia das Índias há quase 180 anos pelo imperador Pedro I para comemorar a Proclamação da Independência. A avaliação da coleção de Getúlio Veiga é superior a US$ 30 milhões.

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