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Cinema nacional pode festejar 2015

Qualidade das obras foi um dos pontos positivos do ano, apesar de a participação no mercado ainda não crescer

Luiz Zanin Oricchio, O Estado de S.Paulo

26 de dezembro de 2015 | 17h00

O Brasil continua bem de produção, mantendo a média de mais de 100 longas-metragens ao ano. Nem todos chegam ao circuito comercial. E o País tem dificuldade em aumentar sua participação no mercado, flutuando entre 10% a 15% do market share, ano a ano. O problema tem a ver com a estrutura do mercado exibidor, formatado para o produto estrangeiro.

Em termos qualitativos, não faltam motivos para comemorar. As maiores repercussões se deveram a Que Horas Ela Volta?, de Anna Muylaert, e Chatô, de Guilherme Fontes. Mas outros filmes também se destacaram. O documentário Orestes, de Rodrigo Siqueira, por exemplo, mostra como se pode ser inovador e político ao mesmo tempo. E Branco Sai Preto Fica, de Adirley Queirós, é um marco nas relações entre centro e periferia das cidades, usando a ficção científica de modo incisivo e criativo.

DESTAQUES

'Que Horas Ela Volta?'

Monopolizou o debate sobre relações entre empregadas e patroas

'Feminismo'

Que Horas Ela Volta? se posicionou no debate internacional

'Chatô, o Rei do Brasil'

Afinal apareceu, depois de 20 anos de dúvidas

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