Cibercriminosos usam nomes de celebridades para atrair vítimas

Procurar por informações sobre BradPitt e Beyonce na Web? Isso pode ser arriscado. Uma empresa de segurança de Internet classificou o ator e acantora como as celebridades sobre as quais buscar informaçõesna Internet acarreta mais riscos, porque criminosos virtuaisutilizam seus nomes para atrair vítimas. A McAfee informou que fãs em busca de informação ou imagenssobre Pitt, ou downloads de protetores de tela, correm 18 porcento de risco de terem seu computador infectado por um vírus,spyware, spam, phishing ou adware. "Os criminosos virtuais empregam inúmeros métodos, mas umdos mais simples e efetivos dentre eles é levar os consumidoresa se infectarem, explorando o interesse dos norte-americanospor fofocas sobre celebridades", explicou Jeff Green,vice-presidente sênior da McAfee. "Explorar os acontecimentos correntes, a cultura pop ousites comumente visitados é uma maneira fácil de fazê-lo, eleacrescentou em comunicado." Os internautas à procura de fofocas, imagens e ringtonesrelacionados a celebridades são muitas vezes conduzidos a sitesfalsos que parecem legítimos mas representam risco para asegurança de seus computadores, de acordo com a empresa. Pitt e o cantor Justin Timberlake são os homens sobre osquais procurar informações na Internet é mais perigoso,enquanto Beyonce e Heidi Montag, estrela de "The Hills", umreality show, lideram a lista entre as mulheres. Outras celebridades na lista de risco do McAfee incluem ascantoras Mariah Carey, Rihanna e Fergie, e os astros de cinemaAngelina Jolie, Jessica Alba, Cameron Diaz e George Clooney. Green diz que a obsessão norte-americana quanto aacompanhar o estilo de vida das celebridades faz de seus nomesalvos óbvios. "Temos de tomar precauções ao navegar casualmente pelaInternet, porque existem muitos sites que podem estar eivadosde malware que infectará as máquinas dos usuários", eleafirmou, em referência a uma forma de software criada para seinfiltrar em computadores sem o conhecimento de seusproprietários.

CHRISTIAN WIESSNER, REUTERS

16 de setembro de 2008 | 17h19

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