Chega ao Brasil edição ilustrada de "O Código"

A edição especial ilustrada do livro de Dan Brown, O Código Da Vinci, lançada esta semana pela Editora Sextante ajuda a esclarece as dúvidas dos leitores da obra, quando às imagens a que o autor faz referência. Entre as imagens, há fotos da cinta de cilício usada na coxa pelo monge albino Silas, da Opus Dei, para se martirizar; detalhes de obras de Leonardo Da Vinci, como a Mona Lisa, o Homem Vitruviano e, principalmente, A Última Ceia. Muitas repetidas diversas vezes ao longo das 398 páginas de papel couchê que compõem a nova edição. Além das 160 ilustrações e encadernação de luxo (que custa R$ 59,90), nenhuma vírgula foi mudada do original lançado no Brasil em 2004 e que teve 750 mil exemplares vendidos em menos de um ano. O estouro aqui acompanhou o sucesso mundial: 25 milhões de exemplares vendidos em mais de 40 países. Desde o seu lançamento nos Estados Unidos, no início de 2003, o thriller de Dan Brown conseguiu duas façanhas. A primeira foi dividir o mundo entre os leitores que adoram o livro e os que detestam os personagens rasos e a interminável seqüência de dados enciclopédicos - históricos ou não - que pontuam o suspense. Outro mérito do escritor foi ter conseguido, com apenas um livro, fomentar toda uma indústria de ´filhotes´. Há desde os manuais que guiam os leitores nos segredos e mistérios descritos no livro, como o Revelando o Código Da Vinci, de Martin Lunn (Ed. Madras) e o Quebrando o Código da Vinci, de Darrell L. Bock (Ed. Novo Século) até aqueles que se propõem a investigar os fatos citados por Brown. As livrarias também foram abastecidas com outros que abordam temas como o Santo Graal, Maria Madalena, a verdadeira identidade de Jesus Cristo, a Opus Dei, o Vaticano, os Templários, e outros assuntos usados pelo americano em seu livro. A onda está longe de acabar: em 2006 chega às telonas a versão cinematográfica da obra, estrelada por Tom Hanks e dirigida por Ron Howard. O ator vai interpretar o professor de simbologia religiosa Robert Langdon, que ao lado da criptografa francesa Sophie Neveau, vivida por Audrey Tatou, desvenda o assassinato do curador do museu do Louvre Jacques Sauniére e se vê envolvido numa trama que envolve seitas religiosas, história da arte e investigação.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.