Charlô Whately lança livro sobre limão siciliano

Muito se escuta falar dos limões dos tipos taiti e galego. Mas pouco se comenta sobre o siciliano. Segundo o chef e banqueteiro Charlô Whately, o cultivo da fruta de cor amarelada, no Brasil, é quase todo destinado à produção de suco. Para popularizar o uso do limão siciliano na culinária, Whately foi convidado pela amiga de infância Stella Espírito Santo para escrever o livro Limão Siciliano - Histórias, Uso e Receitas, que eles autografam hoje, a partir das 19 horas, na Sociedade Harmonia de Tênis. A obra traz histórias sobre a fruta, suas propriedades - um limão contém, por exemplo 53 mm de vitamina C, 88% da dose diária recomendada -, usos diversos na cozinha e na decoração e muitas curiosidades. Em seguida, os autores ensinam o passo-a-passo de 56 receitas que levam o ingrediente. "Selecionamos 150 receitas e testamos 80 para escolher as que estão no livro", conta Whately. "O suflê de limão ficou péssimo. Assim como a caipirinha fica mais gostosa com o taiti", observa ele, que resgatou do antigo livro de receitas da avó um delicioso bolo de limão. Mais perfumado e delicado, o limão siciliano rende bons sucos, chás, geléias sobremesas e pratos, dos mais requintados, como o capellini com caviar, a uma irresistível torta merengada ou uma simples compota. "É uma fruta que vai bem com carnes, aves e peixes", garante o chef, que também presta uma homenagem ao cliente Argemiro. "Certo dia ele entregou ao maître uma receita à base de camarão e sempre que vai ao restaurante pede esse prato." O próprio chef passou a utilizar mais o limão siciliano em sua cozinha. "Durante esta semana, quem for ao restaurante e optar por um dos pratos com o ingrediente, leva uma caixinha com amostras do limão para casa", ele avisa. Serviço - "Limão Siciliano - História, Uso e Receitas. De Charlô Whately e Stella Espírito Santo. 104 págs. R$ 50. Sociedade Harmonia de Tênis. R. Canadá, 658. Hoje, às 19h

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